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Dia do Orgulho Nerd 25/05/2014

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Hoje é nosso dia, prezados nerds. E com muito orgulho. E viva o DIA DA TOALHA!!!!

 

25demaio

Mestre, Meu Mestre Querido! – Fernando Pessoa 28/04/2014

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Há muito tinha essa poesia na minha memória e hoje resolvi procurá-la.
Como Fernando Pessoa era maravilhoso, se bem que aqui entra o heterônimo Álvaro de Campos.
Proj-logo

Arquivo Pessoa

Álvaro de Campos

Mestre, meu mestre querido!

Mestre, meu mestre querido!

Coração do meu corpo intelectual e inteiro!

Vida da origem da minha inspiração!

Mestre, que é feito de ti nesta forma de vida?

 

Não cuidaste se morrerias, se viverias, nem de ti nem de nada.

Alma abstracta e visual até aos ossos,

Atenção maravilhosa ao mundo exterior sempre múltiplo,

Refúgio das saudades de todos os deuses antigos,

Espírito humano da terra materna,

Flor acima do dilúvio da inteligência subjectiva…

 

Mestre, meu mestre!

Na angústia sensacionista de todos os dias sentidos,

Na mágoa quotidiana das matemáticas de ser,

Eu, escravo de tudo como um pó de todos os ventos,

Ergo as mãos para ti, que estás longe, tão longe de mim!

 

Meu mestre e meu guia!

A quem nenhuma coisa feriu, nem doeu, nem perturbou,

Seguro como um sol fazendo o seu dia involuntariamente,

Natural como um dia mostrando tudo,

Meu mestre, meu coração não aprendeu a tua serenidade.

Meu coração não aprendeu nada.

Meu coração não é nada,

Meu coração está perdido.

 

Mestre, só seria como tu se tivesse sido tu.

Que triste a grande hora alegre em que primeiro te ouvi!

Depois tudo é cansaço neste mundo subjectivado,

Tudo é esforço neste mundo onde se querem coisas,

Tudo é mentira neste mundo onde se pensam coisas,

Tudo é outra coisa neste mundo onde tudo se sente.

Depois, tenho sido como um mendigo deixado ao relento

Pela indiferença de toda a vila.

Depois, tenho sido como as ervas arrancadas,

Deixadas aos molhos em alinhamentos sem sentido.

Depois, tenho sido eu, sim eu, por minha desgraça,

E eu, por minha desgraça, não sou eu nem outro nem ninguém

Depois, mas porque é que ensinaste a clareza da vista,

Se não me podias ensinar a ter a alma com que a ver clara?

Porque é que me chamaste para o alto dos montes

 

Se eu, criança das cidades do vale, não sabia respirar?

Porque é que me deste a tua alma se eu não sabia que fazer dela

Como quem está carregado de ouro num deserto,

Ou canta com voz divina entre ruínas?

Porque é que me acordaste para a sensação e a nova alma,

Se eu não saberei sentir, se a minha alma é de sempre a minha?

 

Prouvera ao Deus ignoto que eu ficasse sempre aquele

Poeta decadente, estupidamente pretensioso,

Que poderia ao menos vir a agradar,

E não surgisse em mim a pavorosa ciência de ver.

Para que me tornaste eu? Deixasses-me ser humano!

 

Feliz o homem marçano,

Que tem a sua tarefa quotidiana normal, tão leve ainda que pesada.

Que tem a sua vida usual,

Para quem o prazer é prazer e o recreio é recreio.

Que dorme sono,

Que come comida,

Que bebe bebida, e por isso tem alegria.

 

A calma que tinhas, deste-ma, e foi-me inquietação.

Libertaste-me, mas o destino humano é ser escravo.

Acordaste-me, mas o sentido de ser humano é dormir.

15-4-1928

Poesias de Álvaro de Campos. Fernando Pessoa. Lisboa: Ática, 1944 (imp. 1993).

– 31.

 

Carta ao Rio 22/03/2014

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correio luizense

Luciana Bruno

Rio de Janeiro, eu te amo, mas você está me deixando pra baixo. Me recebeu de braços abertos, com o perdão do clichê, mas há quatro anos estou me adaptando à sua guerra diária. Penso todos os dias se um dia vou me sentir em casa, se o problema sou eu ou se é você.

Rio, eu gosto dos seus biscoitos globo, das suas ruas sempre cheias, do céu previsível, da atmosfera de alegria às vezes fingida, às vezes real, da espontaneidade que absorvi (um pouco), do mate gelado e da perspectiva de um horizonte (que, confesso, às vezes fico meses sem ver).

Rio, eu gosto do seu circo voador, das conversas com estranhos que começam do nada, do motorista do ônibus que para e toma um café com os passageiros esperando, do aterro do flamengo, da vista da ciclovia pra baía de guanabara e de ir caminhando…

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A Guerra das Imaginações – Doc Comparato 20/02/2014

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guerradasimaginações

Dia desses Analista me recomendou um livro que achou que iria gostar. O livro chama-se “A Guerra das Imaginações”, de Doc Comparato, Ed. Rocco, 1997. Até aí nada de mais. O problema é que o livro se encontra fora de catálogo e foi um perrengue achar um mísero exemplar. Só consegui num sebo em Brasília. E era o único na Estante Virtual. E valeu muito a pena a procura.

O livro (não sei bem se poderia chamar de romance) fala sobre fatos que hipoteticamente poderiam ter acontecido lá pelos idos de 1500 e como a imaginação pode ser mais realista que a realidade em si.

E como Doc Comparato escreve bem! Fantasia e realidade se misturam num texto ágil, marcante e muito, muito sarcástico. Uma vez começado fica difícil parar.  É um livro fininho, apenas 280 páginas mas que me deu uma pena danada de ter terminado. Conta a história de um Monsenhor que veio dar nas costas da Terra Brasilis e achou que havia encontrado o Paraíso. Não parece grande coisa, mas nas mãos do autor se torna uma preciosidade. Conhecia alguma coisa da obra do Doc, especialmente o que ele fez para TV, mas não podia imaginar que era um escritor tão bom. Eu sei, eu sei, estou puxando o saco, mas o que é bom é para ser divulgado.

Infelizmente o livro está esgotado, mas ainda tenho a esperança de que seja relançado e principalmente que o autor retome a carreira literária. Precisamos urgentemente de autores inteligentes, eruditos e, sobretudo, que tenham o dom da palavra – escrita -.

 

Gilberto Scofield – Pesadelos de um Dia de Verão 11/01/2014

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Publicado no jornal O Globo de hoje, 11 de janeiro de 2014.

Este é o retrato verdadeiro da dita “Cidade Maravilhosa”. Maravilhosa pra quem, cara pálida? Pra mim é que não é.

 Gilberto Scofield Jr. gils@oglobo.com.br

Pesadelos de um dia de verão

Inacreditável falta de preparo e senso de antecedência de autoridades públicas e empresas privadas fazem este verão parecer abominável

Filas para subir o Corcovado já é uma das marcas deste verão Foto: Marcos Tristão / Agência O Globo (02/01/2014)
Filas para subir o Corcovado já é uma das marcas deste verão Marcos Tristão / Agência O Globo (02/01/2014)

Ah, o verão. Especialmente nos trópicos do Hemisfério Sul, onde o verão hospeda o réveillon — e suas promessas para o ano que se inicia, um horizonte que parece acenar com novas oportunidades —, a época é de praia, calor, corpos desnudos, férias, cerveja gelada, uma estação de bem com a vida, apesar da canícula. O verão é a estação que praticamente define o Rio. O Rio, fora do verão, não existe.

Mas há verões e verões. E este, particularmente, tem sido uma das estações mais bizarras. E eu não me refiro ao já insuportável trânsito, piorado um milhão de vezes por conta das obras que tentam melhorar os engarrafamentos dos quais se reclama. Não. Essa é queixa antiga. Tampouco me refiro ao calor que, a cada ano, parece ser o “maior dos últimos dez anos”. Imagina. Temperatura de 19 graus no Rio já é razão suficiente para o carioca tirar casaco de couro do armário. E as chuvas? Tem coisa mais previsível do que as tempestades que castigam o Rio verão sim, outro também? Só me causam mais bocejos do que o mar de turistas que invade a cidade.

E no entanto, se nada é novidade, por que este verão parece tão abominável? Pela inacreditável falta de preparo e senso de antecedência de autoridades públicas e empresas privadas para lidar com a mais emblemática das estações numa cidade que praticamente vive dela. Os absurdos se sobrepõem de uma maneira perturbadora. Vai dos já manjados arrastões nas praias ao ridículo acionamento de sprinklers no Shopping Leblon por causa do calor. Das manchas e espumas que deixam as praias com cheiro e aparência horrorosos a falhas no bondinho do Corcovado que prendem turistas durante horas nas composições. Da falta de táxis nas ruas aos alagamentos provocados por rios assoreados ou redes de águas pluviais sem manutenção, ao mais leve dos chuviscos. Dos preços absurdos onde quer que se vá na cidade à clara falta de pessoal para atendimento ao público em restaurantes, bares, clínicas, hospitais e locais turísticos da cidade. De filas gigantes para o Pão de Açúcar à falta de policiamento que resulta num sem-número de roubos, furtos e violências diversas pela cidade. Do nível indigente de nossos aeroportos aos apagões e à falta de água em vários bairros. Você escolhe a mazela.

Apesar de reunir dois milhões de pessoas, o réveillon em Copacabana transcorreu sem maiores problemas que não a eterna dificuldade de se sair do bairro depois dos fogos. Até entendo. Em qualquer evento desse porte, há dificuldades de mobilidade. Provavelmente, turistas e cariocas voltaram para casa encantados com a festa, mas nada disso fica. Porque o encantamento da família carioca com os fogos é dizimado no fim de semana seguinte, quando a família foge horrorizada da praia, acuada por 20 marginais. Porque a felicidade de uma família argentina registrada em fotos de roupas de banho postadas no Instagram nas férias no Rio é triturada quando a filha despenca num vão de escada rolante de um Galeão que mais parece um episódio de “American Horror Story”.

Alguns leitores escreveram para o jornal criticando a reportagem publicada ontem sobre os suplícios de verão, enxergando ali uma “campanha contra o Rio”. O Rio não precisa de campanha de difamação. A falta de preparo de empresas e governos no trato com a cidade cuida disso. Querem um exemplo sobre o desleixo na cidade? Vejam o relato — resumido — do leitor Renato Mello sobre sua saga para comprar um sorvete para a filha no Leblon:

“No sábado, Bibi, minha filha de 5 anos, pediu para tomar uma casquinha de morango. Eram 10h. Morador do Leblon, entrei na La Basque e perguntei: “vocês tem sorvete de morango?” De forma ríspida, ouvi a resposta: “Tem que comprar a ficha primeiro”. Bem, como não foi a pergunta que fiz e pela resposta grosseira, saí da loja. Passei pela Vecchi, nova sorveteria da moda. Eram umas 10h20m e estava fechada. O sol estava a pino e nós suávamos descomunalmente. Caminho em direção à Sorveteria Itália. Fechada.

“Àquela altura, minha filha já se contentava com um mero picolé. Fui para a Padaria Rio-Lisboa. Bem em frente à geladeira do sorvetes colocaram uma mesa, onde uma família tomava café. Fiquei sem graça de pedir licença para chegar à geladeira. Fui ao caixa e pedi se poderiam fazer isso. A caixa, antes de responder, pegou o dinheiro da minha mão e mandou eu abrir a geladeira e pegar. Pedi que algum funcionário pegasse para mim, mas não havia funcionário disponível. Pedi meu dinheiro de volta.

“Seguia pelas ruas do Leblon com Bibi, ambos pingando, ela chorando pelo sorvete. Como já eram 11h, achei que finalmente a Itália e a Vecchi já estavam abertas. Ledo engano. Pego o rumo de casa, entro na minha rua e, tal como uma miragem, vejo uma carrocinha da Kibon parada em frente à minha portaria. Eu e Bibi, emocionados, nos abraçamos tal como dois fugitivos no Saara, suplicando por água. Era o fim do nosso suplício.”

 

Americano cria lista de motivos pelos quais odiou ter morado no Brasil 07/01/2014

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A mais pura verdade.

Literatura Brasileira II: Narrativa 2013/2

Você é brasileir@? O que o olhar do estrangeiro evidencia sobre nós mesm@s (sem esquecer de refletir também os opinadores…). Ler sobre esses autores e pensadores que aprofundam o pensamento sobre o Brasil ajuda a entender e, quem sabe, ajude a melhorar a nossa relação com as identidades que herdamos.

 

Um americano, casado com uma brasileira, morou em São Paulo por 3 anos. Depois dessa árdua experiência, ele voltou para sua terra natal e fez questão de criar uma lista de 20 motivos pelos quais odeia viver no Brasil. Um fórum gringo resolveu continuar essa lista e trouxe mais itens que os gringos odeiam no país. Confira:

1. Os brasileiros não têm consideração com as pessoas fora do seu círculo de amizades e muitas vezes são simplesmente rudes. Por exemplo, um vizinho que toca música alta durante toda a noite… E mesmo se você vá pedir-lhe educadamente para abaixar…

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Brain Salad Surgery de Ano Novo 05/01/2014

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ventcalor

Ano novo, vida nova… ehhhh

E para comemorar o quarto ano deste humilde blogue, vamos agitar um pouco as coisas por aqui:

*  Por que diabos a Globeleza pode sambar pelada e entrar na casa da gente todo dia a qualquer hora e as mulheres não podem tirar o soutien na praia? E por que as sambistas podem desfilar nuas no carnaval e não se pode tirar a parte de cima do biquini para pegar sol? Se isso não é hipocrisia dessa sociedade machista, então não sei o que é. Ou será que só as mulheres negras ou mestiças podem? Isso me cheira a mentalidade escravagista. Aliás, não entendo porque as mulheres negras nunca se manifestaram contra esse uso da imagem de mulher gostosa e sedutora; isto é, “mulher fácil”.

* Teve um comercial ridículo de uma marca de carro em que uma família estava reunida na noite de natal e de repente entram sambistas e mulatas semi-nuas numa dança sensual. Além de ser de um mal gosto terrível, me incomodou o fato de ter somente mulheres negras fazendo esse papel de mulher fácil. Gozado, eu me incomodei com isso, mas pelo visto, ninguém mais se incomodou.

* Como diria o Neo-Paulista: Não pode haver vida inteligente debaixo desse calor. E tem gente que gosta! Bem, tem gosto pra tudo, mas estou eu aqui teclando essas mal traçadas linhas com ar-condicionado ligado. Claro.

* Será que algum dia o carioca vai aprender que calçada é para ser lisa? E que pedra portuguesa é uma merda se não for bem feita? Que mal há no bom e velho cimento?

* Finalmente o Prefeito desta outrora Cidade Maravilhosa ouviu minhas preces e resolveu dar uma dura no carioca e multa quem joga lixo na rua. Se os cidadãos não têm o mínimo de discernimento para saber que a cidade é a extensão da nossa casa, então temos que alguém, no papel de mamãe educadora, fazer isso. Não sabe, aprende pela multa.

* Mas a Prefeitura tem que fazer a parte dela, não? Na JMJ em julho passado a cidade ficou entupida de turistas de todas as nacionalidades. Cansei de explicar onde ficava o ponto de ônibus, qual ônibus ia para onde, onde ficava a estação do metrô mais próxima. O Rio de Janeiro não tem a menor infraestrutura para receber turistas. E vai ser assim na Copa, e vai ser assim nas Olimpíadas. Gente despreparada para lidar com o morador, imagine com o turista.

* Falando em gente despreparada, a qualidade dos serviços no Rio é de dar dó. Raríssimos são os empregadores que ensinam o mínimo e básico para o bom desempenho do profissional. Um exemplo é o Burger King. Nada contra. Acho até mais gostoso que o McDonald´s, mas em termos que qualidade do pessoal, quanta diferença! E não é só em uma filial. No princípio achei que era eu quem estava sendo intransigente, mas fui à várias lojas da rede e descobri que o problema é de RH mesmo, de gerenciamento. Já presenciei de tudo: funcionários que ficam batento papo enquando você espera o seu pedido que está no balcão, funcionária pegando com as mãos a cebola empanada e colocando no saco para viagem, uma caixa atendendo mascando chiclete com a boca aberta! Se a família e a escola não dão um mínimo de educação, cabe ao empregador suprir a deficiência. Não pode é uma rede como a BK ter funcionários tão despreparados. Esse é apenas um exemplo. É só sair de casa e entrar em qualquer estabelecimento que se vai deparar com atitudes assim.

* Falando em turismo, se em janeiro os pontos turísticos da cidade já estão um caos, imagina na Copa! E não há perspectiva de melhora. Já nem falo dos aeroportos que aí seria covardia.

* Alguém pode me dizer se segurar a cabeça de uma pessoa entre as mãos e socá-la com o joelho pode ser considerado esporte? Esse tal de MMA pode ser muita coisa, mas esporte é que não é. Carnificina pura.

* Mas é ano novo, o blogue faz 4 anos e agente vai levando…

Primeiro Post do Ano 03/01/2014

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Acabei de assistir “Certain Prey“, que recebeu o bisonho título em português de “Na Mira de Assassinas”, filme que estava há quase um ano no HD da NET. O filme é fraquinho de doer, mas como é estrelado pelo Tesouro I Mark Harmon, aturei. Nunca entendi bem o motivo pelo qual Mark, que ganha uma grana preta por cada espisódio de NCIS, gosta de fazer filmes para TV que são fraquinhos toda vida. Esse, justiça seja feita, até que melhora à partir da segunda metade. E como fã é fã, não resisti em colocar uma foto do meu Tesourinho no primeiro post do ano. Ai, meus sais…

Ah, o filme é de 2011.

certainprey

É Hoje! 24/12/2013

Posted by leilakalomi in Miscelânea.
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Bem, o natal mesmo é amanhã, mas a véspera também conta. Que todos tenham um FELIZ NATAL com muitas alegrias junto às sua famílias.

Arvore-de-Natal2

Espírito Natalino 11/12/2013

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natal_2013

keepcalmjesus