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Yanni – Truth Of Touch 31/07/2011

Posted by leilakalomi in música.
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Deve ser uma nova tradição no meu aniversário, sei lá, mas o fato é que tenho ganhado Yanni de presente. Ano passado, Homônima me deu o DVD de Voices e este ano Sobrinho me agraciou com o mais novo trabalho de Yanni, Truth Of Touch, o primeiro depois de Voices e – quase – todo instrumental em estúdio desde há muito tempo.

Yanni continua Yanni. Ele tem um pianíssimo inconfundível que faz você reconhecer uma música dele a quilômetros de distância, porém tenho notado desde Ethnicity que a pegada jazzística está cada vez mais presente. Yanni está mudando, ao contrário da Enya, que continua há anos a lançar sempre o mesmo CD. Não que desgoste dela, claro que não, mas, entra CD, sai CD, e ela não apresenta nada de novo. Pois o nosso caro grego aqui não está parado no tempo. Ao contrário. Desde If I Could Tell You que ele está se renovando. E para melhor.

As composições são mais tranquilas, mais minimalistas, sem o aparato orquestral de Voices e apenas três músicas são cantadas, renovando a parceria com Leslie Mills, Chloe e Nathan Pacheco. Dou destaque à última música do CD, Secret, cantada por Chloe, muito bonita.

Infelizmente, ainda não está à venda no Brasil, mas na Amazon está num preço legal. O que pega é o transporte que sai mais caro que o produto.

Se vai para o meu MP3? Bem, não diria que todas as músicas, pois não me empolgou tanto como o Voices, mas algumas músicas vão, com certeza! Que ele continue se renovando sempre.

É, ele não vai deixar mais o cabelo crescer…

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Sobrevivi 26/07/2011

Posted by leilakalomi in Miscelânea.
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Gente, ainda estou aqui, viu?

Miau Forge 25/07/2011

Posted by leilakalomi in Jornada nas Estrelas, Star Trek.
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Life Options 24/07/2011

Posted by leilakalomi in Miscelânea, Uncategorized.
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A mais absoluta verdade

Ensaio Sobre A Depressão 21/07/2011

Posted by leilakalomi in Miscelânea.
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Confesso: estou deprimida. Eu sei, eu sei…, é o meu estado normal. Saber que, fisicamente falando, a depressão nada mais é do que a falta de neurotransmissores no cérebro é uma coisa, difícil é enfrentar essa falta no dia-a-dia.

O que me deixa mais deprimida ainda é que ninguém acha que estar deprimido(a) é  coisa séria. Cansei de ouvir durante a vida inteira que “não tinha força de vontade”, que “ah, mas isso é bobagem”. Bobagem? Vai querer um pouquinho? Estou fornecendo de graça nem que seja um dedinho de deprê para quem quiser.

A depressão deixa a gente num buraco sem a menor perspectiva de salvamento. Claro que o deprimido sabe que não é verdade, que a realidade não é tão ruim assim, que sempre existe a tal “luz no fim do túnel”, mas o que importa é como nos vemos, como percebemos a realidade e acredite, a realidade e o deprimido são como duas paralelas, nunca se encontram.

A sensação de impotência paralisa. Vira um ciclo vicioso. A impotência paralisa e afunda cada vez mais o deprimido. E quanto mais fundo é o buraco, mais paralisado se fica. Sair não é fácil. Pode-se ter ideia de algumas saídas, mas nenhuma é fácil. Aliás, nunca tive ilusões de que quebrar esse ciclo vicioso, se é que é possível quebrá-lo, seja um jardim de rosas. “Nunca lhe prometi um jardim de rosas”…

O que fazer quando se chega ao fundo do poço, tão fundo que não há sequer a probabilidade de sair? Existem algumas alternativas: o PROZAC ou similares nas ideias têm seu valor. Psicanálise também. Talvez existam outras alternativas. Posso pensar em algumas, mas elas seriam mais permanentes, por assim dizer.

Sem falso moralismo e nem estou dizendo que tenho a intenção, mas não deixa de ser uma alternativa. O que não entendo é porque diabos as pessoas, de uma maneira geral, se apegam tanto à vida. Se o que se apresenta diante de você é uma merda, por que continuar insistindo?

O que defendo é que deveríamos, sendo seres pensantes que somos, ter o direito sobre o nosso organismo, sobre a nossa vontade. Se não há vida, num sentido mais amplo, por assim dizer, por que teimar em continuar existindo?

Estou deprimida. Talvez até mais do que o costume. Sair do buraco está difícil talvez como nunca esteve antes. Entretanto, sei que existe o tal do instinto de  “autopreservação”, que, aliás, não entendo lá muito bem, assim como não entendo a tal vontade de preservar a espécie. Passar seus genes de geração em geração funcionou muito bem por um tempo. Agora, com a superpopulação mundial, recursos se esgotando, aquecimento global, simplesmente não entendo como ainda encontro pessoas que querem ter filhos….

Eu sei, eu sei…, é a tal da deprê…

Às vezes dá uma vontade danada de jogar tudo para o alto, de simplesmente se perder, “let it go”…, mas o buraco é tão fundo que não se consegue sequer ter essa perspectiva.

O jeito? Ouvir Réquiem de Mozart, sentar em frente ao computador e escrever bobagem, quem sabe chorar um pouco e torcer que amanhã, quem sabe, o bode passe, pelo menos um pouquinho. Possível? Sei lá, sou apenas uma deprimida crônica.

 

 

Firefly 17/07/2011

Posted by leilakalomi in Séries.
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Firefly foi uma série até bacaninha e que durou apenas uma temporada e um filme para TV, mas que virou cult depois de cancelada. E vira e mexe tem uma piadinha sobre o passado de capitão da Firefly de Nathan Fillion na série Castle. Achei muito legal essa mistureba que fizeram. É o próprio samba do criloulo doido….

Doctor MiauCoy 17/07/2011

Posted by leilakalomi in Bichos, Jornada nas Estrelas.
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Roland Petit 14/07/2011

Posted by leilakalomi in artes.
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Morreu esta semana o coreógrafo Roland Petit e me lembrei deste trabalho dele. A primeira vez que o vi foi na abertura do filme “Sol da Meia-Noite”, com Mikail Barishnikov. O filme era uma bomba na época e ficou pior  ainda com o passar dos tempos, mas as cenas de dança continuam maravilhosas. Ah, como era bom ver o Misha em sua plena forma…. Pior é que morri num DVD do filme só por causa das coreografias. Não consegui na net a abertura do filme, mas aqui vai o ballet completo com o não menos maravilhoso Rudolf Noureev. Com vocês, Le Jeune Homme et la Mort.

Legal Aliens In New York (Parte II) 12/07/2011

Posted by leilakalomi in Miscelânea, Uncategorized.
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Um dos primeiros lugares que visitamos foi Battery Park e descobri que a Estátua da Liberdade não é essa coisa toda que apregoam. Quer dizer, ela parece em filmes muito maior do que realmente é. E tomei mais um banho de civilidade no parque. Não havia um único papel no chão e o piso é lisinho. Em Battery Park também foi colocada uma escultura que estava originalmente no World Trade Center. Foi bastante danificada, mas a intenção é que, quando o novo Marco Zero estiver pronto, a escultura seja transferida do jeito que está para o local original. Há também uma chama eterna em homenagem aos mortos de 09/11. Uma homenagem muito bonita.

Battery Park limpinho

 

Battery Park Sphere Ritz Carlton

 

Estátua da Liberdade vista do ferryboat para Staten Island