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Sobre Algumas Séries VII 20/01/2011

Posted by leilakalomi in dublagem, Séries, Tradução.
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Sei que estou meio atrasada, mas aqui vão alguns comentários sobre as séries que ando vendo:

Depois de ser enrolada pela NET por quatro meses, finalmente consegui que instalassem o HD aqui em casa e fiz algumas descobertas: primeiro, é uma puta imagem. Segundo, a programação dos canais em HD deixa MUITO a desejar. A começar pelo tal do canal Globosat HD, que é um apanhado de todos os canais Globosat. Eles passam jogos de futebol que já estão carecas e grisalhos de tão velhos. Tá certo que jogo de futebol naquela imagem é maravilhoso, mas nem o maior torcedor aguenta ver jogos de seis meses atrás. Também passa os tais programinhos cretinos do GNT, tipo Superbonita. Arre! Um porre. Mas tudo tem o seu lado bom e acredito que os tais programadores do canal quiseram cobrir um buraco na grade e acertaram em cheio. Estão passando um monte de séries e mini-séries que normalmente não entrariam na grade de qualquer emissora. Tem série francesa, inglesa e canadense. Estou vendo algumas e estou adorando.

* Começo com Republic Of Doyle, série canadense que não sei definir bem. Acho que o melhor seria uma “dramédia” em que pai e filho são os Doyle, investigadores particulares numa cidade portuária do Canadá. Até aí, nada de mais. Acontece que o filho Jake (Allan Hawco), recém-divorciado, volta para casa do papai Malachy (Sean McGinley), que está de cacho com a ex-mulher de um detento. As histórias acontecem em torno do núcleo familiar e das trapalhadas de Jake em lidar com a ex e com uma policial. É uma série que, pena, deveria ser vista por mais gente, pois é muito legal. Felizmente, já tem garantida uma segunda temporada.

* Também estou vendo algumas mini-séries inglesas:

    Desperate Romantics é uma mini-série sobre um período da História da Arte de que gosto muito: os Pré-Raphaelitas, movimento artístico que aconteceu na Inglaterra em meados do século XIX. É muito bem-humorada e os atores, muito bons, com excelente reconstituição da época, aliás, como tudo que a BBC faz.

    Father & Son foi outra mini-série que gostei muito, sobre um ex-ganster de Manchester obrigado a voltar ao crime para salvar o filho que caiu numa armadilha.

     Por fim, Above Suspition é sobre uma detetive recém-formada (Kelly Reilly, a noiva de Watson (Jude Law) em Sherlock Homes), numa delegacia comandada por Ciarán Hinds, o César da série Roma. Muito boa também. Aliás, prefiro muito mais as séries inglesas do que as americanas. Pena que sejam tão pouco exibidas por aqui.

Falando em séries inglesas, já tinha lido há algum tempo sobre a série Wallander no blog Nova Temporada e achei muito interessante. Um belo dia, estava eu passeando numa livraria que também vende DVDs e CDs não muito longe da minha casa, quando me deparei com o box da série. Eu olhei pra ela, ela olhou pra mim, mas resisti bravamente de comprá-la, pois era um final de mês e eu estava mais dura que um côco. Pois bem, uns dois meses depois, fui agraciada com o box e vi que todos os eleogios à série são verdadeiros. Baseada numa série de livros policiais do escritor sueco Henning Mankell, tem Kenneth Branagh no papel do detetive Wallander.  Branagh criou um detetive na meia idade, diabético, amargurado e humano. O box da primeira temporada vem com entrevistas com o criador de Wallander, as locações na Suécia, entrevista com Branagh, enfim, uma maravilha. Que velha logo o box com a segunda temporada!!!!

* Na HBO, estou vendo no momento a segunda temporada de Crash, que ainda não descobri se gosto ou não, e The Big C. Laura Linney está dando um show como uma dona-de-casa comum que descobre ter câncer. Recomendo. Outra série que gostei muito foi Boardwalk Empire. Com fotografia e efeitos especiais (cacilda, me dava um arrepio ver aquele cara sem o olho), a história foi muito bem contada. Também, com Martin Scorcese na produção e Steve Buscemi como ator principal, não precisa dizer mais nada. Aliás, Buscemi ganhou o Globo de Ouro de melhor ator pelo papel de Nucky Thompson.

* Call Me Fritz eu comecei a ver de teimosa, pois achei que não ia dar liga, mas não é que a série engrenou e foi muito boa? Só um adendo: não é série para puristas. É altamente incorreta e PQP, como falam palavrão! Aliás, meus aplausos para o estúdio que legendou (alô, alô Sony e Warner, agora é lei!!!! Tem que colocar o nome do estúdio e do tradutor!!!! É lei e lei é pra ser cumprida!!!), pois colocou se não todos, pelo menos a maioria dos palavrões e expressões chulas que os personagens falam. Seria o fim da picada ler um monte de “malditos” e “desgraçados” quando se ouve as maiores barbaridades. Meus parabéns!

* Às vezes, ser cancelada faz bem para uma série. Como a produção já sabia que Dollhouse só teria a segunda e última temporada, eles capricharam nas histórias para dar um fecho decente à série. Que me desculpem o Alma Gêmea e o Teacher, mas continuo achando que a atriz principal (Eliza Dushku) tem a força expressiva de uma porta. Tirando ela, a temporada final foi muito boa. Taí uma série que terminou com dignidade.

* Tem algumas séries cujos personagens principais são chatinhos até dizer chega. Foi o que aconteceu com a primeira e única temporada de Mercy. O casal central (Taylor Schilling e James Tupper) eram chatos até dizer chega, mas os personagens secundários eram ótimos, com especial destaque para a enfermeira Chloe (Michelle Tractenberg) e o Dr. Dan Harris (James Le Gros). Infelizmente, o final ficou no ar. Mais um. Outro casal chatinho é o do The Event (Jason Ritter e Sarah Roemer). Tirando eles, a história dos alienígenas é muito interessante. Fico no aguardo dos dois últimos episódios da temporada. 

* Sei lá eu porque resolvi assistir o primeiro episódio de The Glades, só pra ver como era. É mais uma série policial que se passa na Flórida, mas o que me fez continuar a ver foi que, já no primeiro episódio, o detetive Longworth (Matt Passmore) dá um tiro num aligátor que tinha comido parte de um  cadáver para fazer uma autópsia. Adorei!!!! Adendo aos tradutores: aligátor é uma espécie de jacaré, portanto, não se traduz aligátor por jacaré. O plural de aligátor é aligátores. Leila Kalomi também é cultura.

* Das séries do SyFy, estou vendo Stargate Universe, claro, Caprica, Sanctuary, Eureka e Haven. Sanctuary eu comecei a ver por causa da Amanda Tapping, mas achei a série bobinha demais. Só vejo quando estou sem nada pra ver, o que, convenhamos, é raro ou quando estou de muito bom humor. No geral, achei muito ruim. SGU, ao contrário, é ótima. É uma pena que tenha sido cancelada. Há rumores de que estão tentando mais uma temporada para dar um fim à história. Tomara. Caprica já partiu desta para melhor, mas é muito boa. Pena. Eureka e bobinha e bonitinha. Gosto, fazê o quê? E Heaven, que  tem um enredo muito interessante. Stephen King é Stephen King. Ninguém cria uma história com elementos sobrenaturais como ele.

Por enquanto é só. Depois tem mais.

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Sobre Algumas Séries VI 28/10/2010

Posted by leilakalomi in dublagem, Séries.
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Eu sei, eu sei, andei meio sumida, mas andei meio sem tempo para pensar. E também, andei atrasada com as séries. Finalmente, consegui botar tudo em dia. Aqui vão elas:

* Adendo: Momento piegas em House: que porcaria de primeiro episódio da sétime temporada! Aquela da Cuddy beijar a cicatriz na perna do House foi quase de vomitar! Não duvido nada que no final da temporada ele esteja com a filha da Cuddy no colo e cheio de vômito de criança. Se continuar assim, House não emplaca a oitava temporada. Bleargh!!!

* “Boardwalk Empire” parece ser interessante. Pelo menos, prendeu a minha atenção por duas horas, pois a HBO passou os dois primeiros episódios em sequência. Steve Buscemi está muito bem como o corrupto Nucky Thompson. Espero que continue bom. Afinal, leva a assinatura de Martin Scorsese. Não dá pra desprezar um nome desse peso na produção.

*A segunda temporada de “Breaking Bad” acabou como começou: MARAVILHOSA!!!!! Já tinha dito que não é uma série para amadores e não é mesmo. Destaque para o sétimo episódio em que um grupo de música mexicana interpreta uma canção em homenagem ao traficante Heisenberg e pela participação especialíssima de John De Lancie, o eterno “Q” da NG, nos episódios finais. Espero que a AXN comece a passar a terceira temporada logo. Recomendo sem restrições, se tiver estômago….

* Assisti a uns quatro episódios de “The Bridge” e desisti pelo mesmo motivo que desisti do “In Plain Sight”. O personagem principal é tão fodão, mas tão fodão, que nem sei porque tem um distrito policial inteiro. Ele sozinho resolve tudo. O mesmo se aplica à personagem principal do IPS. Ela é muito fodona pro meu gosto. Sozinha dá porrada em bandido, resolve os problemas profissionais e da família, etc. Nem sei porque tem um departamento que protege testemunhas nos Esteites. Ela faz tudo sozinha…. Desisti faz tempo….

* Morri de pena do Hank Moody no último episódio de “Californication”. Apesar da incrível capacidade de fazer merda em apenas meia hora de filme, ele foi pego na única vez em que  realmente estava  inocente na história. Espero que tudo se resolva pra ele na próxima temporada.

* Ainda não decidi se gosto de “Call Me Fitz”. A história me parece interessante, tem o Jason Priestley e a Joanna Cassidy, a eterna replicante de Blade Runner. O que me incomoda é a “consciência” do Fitz: o tal do Larry (Ernie Grunwald) é o sujeito mais sem graça e sem carisma que pode existir. Ora, um sujeito tão imoral e amoral quanto o Fitz, não pode ter por consciência um sujeito apagado como aquele. Ainda vou dar mais alguma chance à série.

* Somente assisti alguns episódios de Battlestar Galactica. Não acompanhei a série direto, mas decidi assisti à prequel, “Caprica”. Gostei muito. Pena que a série esteja pela bola sete (já foi cancelada).Vamos ver no que vai dar. Adendo: Muito boa a dublagem. Dublagem decente é pra ser elogiada e dá gosto de ver. Tirando uma escorregadela, já devidamente avisada, dou os meus parabéns à AUDIOCORP, do Rio de Janeiro, que faz a dublagem.

* Castle é uma série bonitinha que acabou bonitinha, com aquela tensão e com tesão entre os personagens principais. Gosto, fazê o quê?

* Tem emissora muito estranha. A FX é uma delas. Por acaso, descobri que estavam passando “Dollhouse” aos domingos às 11 da manhã. É mole? Tinha perdido o primeiro episódio, mas decidi gravar e descolar mais tarde o primeiro ep. Pois, depois de exibir alguns, eles simplesmente tiraram do ar. Pode? Pelo que soube, parece que voltou a passar no domigo na parte da tarde. Mas agora, a segunda e última temporada, já está no meu pen drive e pretendo pôr em dia logo, logo. Isso é que é respeito com o assinante!

* Gostei da primeira temporada de “Drop Dead Diva” e resolvi ver a segunda, mas tá meio devagar, quaaaaase parando. Espero que dêem uma chacoalhada na série. Parece que sim.

* Eureka é uma série bonitinha e bobinha, mas gosto de ver e a quarta temporada começou muito bem. Oba!

* Ainda não descobri qual é a de “The Event”. Juro que, nos dois episódios que já vi, passei a primeira metade pensando seriamente em trocar de canal, mas aí acontece alguma coisa e prende a minha atenção. Vamos ver no que dá.

* “The Good Wife” acabou com um cliffhanger muito bom. Gostei da série.

* ” Haven” também parece ser uma daquelas séries que são bobinhas e bonitinhas de se ver. Nada contra, por enquanto.

* Com produção de Roberto Orci e Alex Kutzman, que já trabalharam com JJ Abrams, “Hawaii 5-0” tem uma ótima pegada de ação e aventura. Só que eu, velha caquética que sou, estou estranhando o jeitão atirar-primeiro-perguntar-depois do McGarrett ( Alex O´Loughlin), que o Jack Lord original jamais faria. Também estou estranhando o Danny Williams de Scott Cann, embora admita que ficou um personagem muito legal, como o contraponto do McGarrett. Agora, me poupem! NO WAY que aquele fiapinho de mulher (Grace Park) como Kono Kalakaua pode sair distribundo porrada daquele jeito. Deveriam ter arrumado uma mulher mais encorpadinha pra dar um mínimo de veracidade.

* Pena que o Jeff Goldblum resolveu deixar “Law & Order: Criminal Intent”. Estava até muito interessante com ele e a Safron Burrows. Por outro lado, Vincent D´Onofrio vai voltar na última temporada. OBA!

* Medium é outra série bonitinha, mas eu gosto, fazê o quê, né? Agora, se alguém encontrar um marido como aquele, me diz o endereço que eu quero conhecer. Ele é perfeito demais….

* O canal LIV é muito estranho. O programador ou fuma, ou bebe ou cheira muito. Eles fazem coisas incríveis. Primeiro, só exibiram a primiera metade de “Mercy”. Agora, meses depois, resolveram passar os episódios que faltam. E queimaram em um pouco mais de dois meses duas temporadas de “Rescue Me”, passando de segunda a sexta. Ora, como a terceira e a quarta temporadas só tiveram 13 episódios cada uma, em pouco tempo, acabou-se a novidade. Não que eu não tivesse gostado, pois deram um bom upgrade nas temporadas e adoro a série, mas convenhamos, foi de uma antice federal. Mas, programador de emissora de TV a cabo no Brasil tem razões que até a razão desconhece.

* “The Middle” só consegui ver dois episódios. Muito, mas muito ruim. Ou eu que não bato bem da bola, sei lá….

* No Ordinary Family ainda não me cativou, mas vou dar uma chance ao Michael Chiklis. Mas, se eu fosse a Julie Benz, eu teria ficado em Dexter. Não senti ainda muita firmeza na série.

* “Sanctuary” , estou vendo pela Amanda Tapping. Ainda não me convenceu.

* Outra do LIV.  Queimaram dois episódios seguidos de “The Tudors”  e a quarta e última temporada só tem dez episódios. Antas.

* “Tru Blood” foi de uma sangueira do começo ao fim. Se continuar assim, vou desistir.

* “White Collar” eu comecei a ver porque a Insulana, que consegue ver mais séries do que eu, disse que era boazinha. My God, o que é aquele ator principal (Mattew Bomer)? A série é legalzinha e a Insulana já me disse que a segunda temporada é melhor. Vou aguardar. Que colírio é esse homem!

* “Spartacus, Blood & Sand” foi outro banho de sangue. Fiquei até com medo que pingasse sangue do pen drive.  Pena que o ator (Andy Whitfield) teve que deixar a série. Vamos ver no que vai dar.

* Desisti de “Hawthrone” antes de ver. Assistia às chamadas da série vendo o Rescue Me e PQP, é clichê puro!!! É outra fodona. Não tenho mais saco e já vi tantas séries nesse vício mardito que não dá mais pra ver clichê em forma de série. Joguei a toalha. Pior é que essa merda já tem assinada até a terceira temporada.

* “The Pillars Of The Earth” foi uma mini série baseada num romance de Ken Follett. Foi muito boa, embora eu e a Homônima concordemos que o final foi muito corrido. Aliás, ela já comprou o romance, um tijolão em dois volumes. A segunda temporada, baseada na sequência do romance, já está em produção e se passa 200 anos depois da primeira história. Produção dos irmãos Ridley e Tony Scott, o que confere uma certa qualidade. Estou aguardando ansiosa.

* E o G. Callen, de “NCIS: Los Angeles” continua sem saber o que o “G” significa. Só o futuro dirá.

Chega!!!! Semana que vem começam as séries da Warner. PQP! Lá vou eu encher o HD do meu DVD de séries de novo! E haja tempo e disposição pra ver tudo isso!!!!

* FUI!!!!!!!

Aqua-Teen 24/07/2010

Posted by leilakalomi in dublagem.
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Há algum tempo passava no Cartoon Network na faixa “Adult Swin” o desenho “Aqua-Teen”. Confesso que adorava a baixaria explícita e a dublagem MARAVILHOSA da Delart. E também confesso que fiquei intrigada na época de quem dublava o Mestre Shake. Achava o cara muito, mas MUITO bom, mas não reconhecia a voz. Só muito tempo depois é que vim a descobrir que era um sujeito chamado Alexandre Moreno. Esse cara é MUITO bom! Sou fã do trabalho dele de carteirinha.

E, por acaso, descobri um episódio do Aqua-Teen no Terra. É pra se divertir. Confesso que estava com saudades. Divirtam-se.

Adeus, VTI 30/06/2010

Posted by leilakalomi in dublagem, Jornada nas Estrelas, Tradução, Uncategorized.
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Li no jornal na segunda-feira que está à venda o prédio onde funcionou o estúdio da VTI em São Cristóvão, no Rio de Janeiro e fiquei eu a matutar: noves fora todas as restrições aos relacionamentos interpessoais, a VIT Rio foi um marco importante, pelo menos para alguns de nós. Pois foi a VTI quem apostou numa tradução de qualidade das séries de Jornada nas Estrelas. Se não fosse o carinho e a dedicação de pessoas como a Homônima, Uga, Buga, companheiro de Buga, Sporro, Teacher e outros mais, teríamos uma tradução risível de uma série que nos é tão cara.

Nos áureos tempos, a VTI tinha em seu plantel dubladores de primeiríssima, como Orlando Drummond, Marcio Seixas, Isaac Bardavi, Selma Lopes, Garcia Júnior, Guilherme Briggs, Sílvia Salustiano, Ricardo Juarez e Paulo Flores, de saudosa memória. Tínhamos liberdade pra traduzir da melhor maneira, de ficar em cima dos diretores de dublagem pra não deixar que eles delirassem em cima do que traduzíamos, se tinha uma liberdade que certamente a gente não teria se Jornada fosse dublada em outro estúdio. 

Uma pena que a VTI declinasse a tal ponto que deixasse de existir. Mesmo com todos os senões que se teve durante a experiência na VTI, foi nela que muita gente boa pôs o pé na profissão e que hoje está por aí, trabalhando com tradução e com dublagem com garra e experiência, proporcionados pela vontade de fazer direito pela VTI. Apesar de tudo, valeu a pena.