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Dia do Orgulho Nerd 25/05/2014

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Hoje é nosso dia, prezados nerds. E com muito orgulho. E viva o DIA DA TOALHA!!!!

 

25demaio

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Americano cria lista de motivos pelos quais odiou ter morado no Brasil 07/01/2014

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A mais pura verdade.

Literatura Brasileira II: Narrativa 2013/2

Você é brasileir@? O que o olhar do estrangeiro evidencia sobre nós mesm@s (sem esquecer de refletir também os opinadores…). Ler sobre esses autores e pensadores que aprofundam o pensamento sobre o Brasil ajuda a entender e, quem sabe, ajude a melhorar a nossa relação com as identidades que herdamos.

 

Um americano, casado com uma brasileira, morou em São Paulo por 3 anos. Depois dessa árdua experiência, ele voltou para sua terra natal e fez questão de criar uma lista de 20 motivos pelos quais odeia viver no Brasil. Um fórum gringo resolveu continuar essa lista e trouxe mais itens que os gringos odeiam no país. Confira:

1. Os brasileiros não têm consideração com as pessoas fora do seu círculo de amizades e muitas vezes são simplesmente rudes. Por exemplo, um vizinho que toca música alta durante toda a noite… E mesmo se você vá pedir-lhe educadamente para abaixar…

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Sobre impostos, racismo e um conselho de minha avó (comentário à entrevista de Fernanda Lima) 02/12/2013

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Perfeito. Merece ser lido.

Recordar, Repetir e Elaborar

Como a essa altura todo mundo já sabe, a FIFA escolheu a apresentadora branca Fernanda Lima para ser mestre de cerimônias de um evento, no lugar da atriz negra Camila Pitanga. Essa escolha, que gerou acusações de racismo à entidade, foi tema de uma entrevista dada por Fernanda hoje.

Nela, a apresentadora disse não ter nada a ver com isso e procurou distanciar-se da polêmica sobre racismo dizendo coisas como “só porque eu sou branquinha?” e “pago meus impostos”.

Esta não é uma discussão sobre impostos nem muito menos sobre a situação fiscal de Fernanda Lima: é uma discussão sobre racismo.

Mas, já que ela tocou no assunto “impostos”, eu gostaria de fazer um breve desvio de rota antes de passar ao que realmente interessa.

Não sei como é em outros países, mas para mim está claro que nós brasileiros temos muito o que aprender sobre impostos, o que eles…

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O golfinho confiante 10/04/2013

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cora rónai | internETC.

Um grupo de mergulhadores que filmava arraias à noite foi surpreendido por um golfinho que procurava ajuda: ele estava com um anzol preso na barbatana.

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28/01/2013

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Gostei muito e reproduzo aqui.

Dora Incontri

Imagem

A tragédia de Santa Maria me leva a algumas reflexões que considero importantes para o movimento espírita.

Recentemente participei de uma banca de doutorado na Universidade Metodista, em que o pesquisador José Carlos Rodrigues, examinou em ampla investigação de campo quais os principais motivos de “conversão”, eu diria, “migração” para o espiritismo, no Brasil. Ganhou disparado a “resposta racional” que a doutrina oferece para os problemas existenciais.

De fato, essa é grande novidade do espiritismo no domínio da espiritualidade: introduzir um parâmetro de racionalidade e distanciar-se dos mistérios insondáveis, que as religiões sempre mantiveram intactos e impenetráveis, sobretudo o mistério da morte.

Entretanto, essa racionalidade, que era realmente a proposta de Kardec, tem sido barateada em nosso meio, como tudo o mais, para tornar-se uma cartilha de respostinhas simples, fechadas e dogmáticas, que os adeptos retiram das mangas sempre que necessário, de maneira triunfante e apressada, muitas vezes, sem respeito…

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Elvis + JXL 12/02/2012

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Hoje é domingo, meu dia de cozinhar, embora o “Três Marcelos” esteja  me enlouquecendo. Decidi fazer feijão e, enquando botava para cozinhar, comecei a ouvir algumas músicas. Entre elas “Little Less Coversation” e me lembrei do clipe que achava muito legal. Ei-lo.

11 de setembro 11/09/2011

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O mundo ficou um pouquinho pior nos últimos dez anos. Medo, intolerância, preconceitos…. Nenhum lado tem razão, nenhum lado está certo. Perdemos a ingenuidade.

Life Options 24/07/2011

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A mais absoluta verdade

Legal Aliens In New York (Parte II) 12/07/2011

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Um dos primeiros lugares que visitamos foi Battery Park e descobri que a Estátua da Liberdade não é essa coisa toda que apregoam. Quer dizer, ela parece em filmes muito maior do que realmente é. E tomei mais um banho de civilidade no parque. Não havia um único papel no chão e o piso é lisinho. Em Battery Park também foi colocada uma escultura que estava originalmente no World Trade Center. Foi bastante danificada, mas a intenção é que, quando o novo Marco Zero estiver pronto, a escultura seja transferida do jeito que está para o local original. Há também uma chama eterna em homenagem aos mortos de 09/11. Uma homenagem muito bonita.

Battery Park limpinho

 

Battery Park Sphere Ritz Carlton

 

Estátua da Liberdade vista do ferryboat para Staten Island

 
 

I’m A Legal Alien. I’m A Brazilian In New York 09/06/2011

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Sei lá eu porquê, mas nunca tive lá uma grande vontade de conhecer os Esteites. Claro que gostaria de conhecer alguns lugares como a fronteira com o Canadá. Disney? Tô fora. Aquelas florestas de pinheiros e o frio sempre me atraíram. Mas o que eu gosto mesmo é da Grã-Bretanha. Meu sonho dourado é conhecer a Escócia. Vai entender…

Pois aconteceu de, de repente, surgir a oportunidade de conhecer Nova York. Bem, nem vou falar da maratona que foi bater de frente com a bu(r)rocracia nacional (Polícia Federal e a incapacidade de se tirar um passaporte num espaço de tempo civilizado) e, claro, com o tratamento no consulado americano, onde se entra com a certeza de que você é um safado sem-vergonha que está querendo sugar o emprego do coitado do americano imigrando ilegalmente. Pois comigo deu tudo certo, apesar dos percalços, e lá fomos nós eu, Homônima, Alma Gêmea e Teacher, os Quatro Cavaleiros do Apocalipse, desembarcar na capital do mundo.

A chegada foi sem atropelos, mas aqui devo explicar: Alma Gêmea conhece NY mais e melhor do que o Rio; então, mui humildemente, me deixei levar. Para falar a verdade, não sabia o que queria ver na Grande Maçã. Como turista neófita na cidade, não tinha pensado em nada de especial, apenas condicionei a viagem a conhecer o Museu Guggenhein. Afinal, é Frank Lloyd Wright e Frank Lloyd Wright a gente tem obrigação de visitar com aquele olhar de humilde paixão. 

Museu Guggenheim

 Chegamos num domingo. Estava nublado e fazia um delicioso friozinho de 12 graus Celcius, embora lá se use o Fahrenheit. Deixamos as malas no hotel e partimos para uma maratona de 11 dias pelas ruas de Nova York.

Hotel onde ficamos em Tribeca

 Pois não tinha ideia do quanto iria andar… Em NY só se anda a pé, de metrô ou de táxi. Bem, tinha um buraco de metrô na porta do hotel. Era só abrir a porta e cair no buraco. Um adendo: por que será que todas as portas em NY são tão pesadas e duras de se abrir? É um custo abrir qualquer uma. Eu sei, eu sei, tem a ver com o frio, coisa que eu, moradora de um país tropical, não entende. E lá fomos nós, tal como cegos guiados por um cão, seguir o Alma.

Pois bem, saímos em nossa maratona. Meu primeiro encontro com a civilização foi o metrô. E descobri que somos um país muito rico. Em primeiro lugar, não tem bilheteria no metrô. Aliás, em todas as estações têm uma bilheteria, mas poucas têm bilheteiro. O bilhete é comprado em máquinas. Você coloca a nota, escolhe o que quer e sai o bilhete e o troco. Compramos um bilhete de custa 29 dólares, vale por uma semana e você pode viajar quantas vezes quiser. Eu me lembro, há muito tempo atrás, quando o Rio de Janeiro era pobre, que se comprava 10 passagens no metrô e se podia usar doze vezes. Hoje em dia, além da passagem ser um absurdo de cara (afinal, somos ricos), não existe qualquer desconto. Ah, detalhe: o bilhete serve para ônibus também. Pois andamos um bocado durante a semana.

E tome de andar, subir e descer escada. Nunca subi e desci tantas escadas na minha vida. Só vi duas estações do metrô com escadas rolantes. Algumas estações têm elevador, mas a maioria é, como diria o meu pai milico, no P2 mesmo. Muitas estações estão passando por reforma para voltar a adquirir aquele ar do começo do século passado. Algumas já ficaram prontas e ficaram bem bonitinhas. Mas como são muitas linhas e muitas estações, a reforma ainda vai demorar um tempo considerável.

O tempo estava horrível quase todo o tempo: frio (não estou reclamando), uma névoa baixa que encobria o topo dos edifícios e eventualmente, chuva. Choveu forte uns dois ou três dias. Detalhe: Manhattan não empoça nem tem enchente. No primeiro dia fomos parar em Times Square. Achei legal, mas sinceramente, nada de extraordinário. Muitos painés, muitas luzes, muita gente e só. Só foi legal mesmo num domingo, quando tem uma feirinha de artesanato na Broadway. Homônima e Alma fizeram a festa comprando 5 camisetas a 20 dólares.

No segundo dia, fomos dar vazão à nossa sanha consumista e fomos parar um shopping de outlet em Nova Jersey. Eu me senti em casa, pois só se ouvia português. Cacilda, como tem brasileiro fazendo compras em NY!!!! Claro que o Alma e o Teacher, seu fiel escudeiro, conheciam todas as lojas importantes. Eu e Homônima achamos uma loja onde se vende roupa decente para quem está acima do peso. Compramos algumas peças, mas infelizmente, a grana curta não deu para fazer uma festa maior. Chegamos cedo e só fomos embora quase na hora do shopping fechar, estourados de cansados, mas felizes como consumistas. Nesse ponto, reparei em duas características do way of life americano. Primeiro, eles comem MUITO. Ou melhor, tudo no prato é muito grande. Qualquer saquinho de batata frita é enorme. Um desperdício e qualquer copo de refrigerante nunca é menor do que meio-litro. Bem, depois de beber essa enormidade de líquidos, tem que botar pra fora, não é mesmo? Foi aqui que descobri que as mulheres americanas são civilizadas. Elas não mijam na tábua do vaso dos banheiros públicos! E olha que fui a um monte deles. Claro que alguns estavam mais sujos do que outros pelo próprio uso, mas todas as tábuas estavam limpinhas. Porque caralhos as mulheres brasileiras são porcas e mijam na tábua é um mistério que ainda não consegui descobrir a resposta.

Bem, a cada dia íamos a um lugar diferente e desobri que NY tem praças e parques em abundância e todos muito bem cuidados. Como estávamos em Tribeca, ao sul da ilha e perto da prefeitura, a praça em frente ao City Hall foi uma das primeiras que visitamos. Cacete, que praça linda! Estava um frio danado e chovendo, mas mesmo assim dá pra ver como é bonita e bem cuidada.

Praça da City Hall com a Prefeitua ao fundo

 E fiquei pensando se a nossa prefeitura não poderia fazer uma praça assim tão bonita em frente ao Piranhão….

Visitamos o Marco Zero, também não muito longe de onde estávamos. Mas antes passamos pela igreja de St. Paul. Pois foi nessa capela do século XVIII que onde realmente me emocionei. Ela está diretamente no caminho das Torres Gêmeas, mas não sofreu nenhum dano e serviu como dormitório para os bombeiros que trabalhavam nos escombros. E por isso, tem uma espécie de altar em seu interior, onde os visitantes bombeiros e policiais deixam suas insígnias de recordação. É nessa hora que a gente entende realmente o que aconteceu no 09/11. No pequeno cemitério atrás da capela foi colocado um sino em homenagem aos bombeiros mortos na tragédia que só toca uma vez por ano, claro, em 11 de setembro.

O altar dentro de St. Paul

 Visitamos também a catedral de St. Patrick, muito bonita. Aqui vai mais uma informação: vimos muitas lojas fechadas e muitos homelesses, mas nenhum nos abordou pedindo dinheiro. Tinha uma senhora em St. Patrick, muitos nas estações de metrô, vi um na porta de um cinema ou cantando nos vagões do metrô, mas todos muitos educados e jamais pedindo esmola. Aliás, minto. Vi uma senhora que parecia muçulmana, pois usava um lenço, pedindo dinheiro com a foto de umas crianças na mão numa praça atrás da Biblioteca Municipal. E só.

Tirando a parte totalmente turista, conheci, se não todas, pelo menos a maioria das lojas de comic books de Manhattan graças ao nosso querido Alma, que levou uma mala especialmente para trazer seus bonecos de super-heróis. Fomos parar numa das lojas (Forbidden Planet) numa quarta-feira e demorei um pouco pra entender o que estava acontecendo. A loja estava lotada de nerds. Isso mesmo, nerds à dar com o pé. Foi então que me lembrei de um episódio de “The Big Bang Theory”, em que eles vão à loja de quadrinhos às quartas à noite, pois é na quarta-feira que saem os novos quadrinhos. Me senti dentro de um espisódio do TBBT….

Turismo também é cultura, e lá fomos nós visitar os seis andares da livraria Barnes & Noble. E foi lá que conheci mais uma faceta da civilidade americana. Todo mundo se mantém do lado direito nas escadas rolantes para que, quem quiser, poder subir ou descer os degraus. Alguns turistas não obedeceram essa regra e foram advertidos por um usuário que foi subindo as escadas e dizendo; “Keep your right, keep your right”. Quando se segue regras simples de convivência, a vida se torna muito mais fácil.

Barnes & Noble

 Por fim, quando já quase estávamos nos preparando para voltar, o sol finalmente apareceu. Era sábado e fomos ao Central Park. E como foi o primeiro sábado depois de muitos dias de tempo fechado, o parque estava lotado de gente. Crianças e cachorros por todos os lados. Acho que deve ter um cachorro por habitante em Manhattan. Mas eles são meio esnobes, não falam com a gente. Cocô de cachorro no chão? ZERO! Alias, as calçadas lá são lisinhas, você pode caminhar tranquilamente sem medo de tropeçar e levar um tombo, como aconteceu comigo na esquina da minha rua um pouco antes da viagem. Foi um tombo de respeito. Deviam proibir essa porcaria chamada “pedra portuguesa” nas calçadas. Não conheço uma que seja lisa e sem buracos. Civilidade é outra coisa. Lixo no chão? ZERO! Mesmo no Central Park, lotado de pessoas, não se via lixo no chão e nem pense que tem uma lixeira em cada canto. Tive que andar um bocado com um papel na mão até achar uma lixeira. Civilidade é outra coisa.

Pois andamos um bocado pelo Central Park e, como o solzinho estava convidativo, resolvemos deitar numa pedra e lagartixar por um momento. E não é que nós quatro acabamos por tirar uma soneca? Incrível é que não tinha formiga nem qualquer outro inseto para nos atrapalhar. Só uma humana chata de galochas que ficou falando no celular atrapalhando nosso soninho:

Alma Gêmea dormindo

Teacher foi dormir mais embaixo

Homônima depois do soninho

 Mas quando a tarde desceu, a água veio junto e tivemos que fazer uma retirada estratégica. Ainda voltamos mais uma vez ao Central Park para andar de charrete. Fiquei com pena do pobre cavalo em ter de carregar quatro pesos pesados, mas Bruno, o nome do cavalo, conseguiu nos levar com galhardia.

Bem, tudo que é bom dia dia acaba e eu e Homônima tivemos de voltar mais cedo, depois de onze dias tomando um banho de civilização. Descobri que, infelizmente, ainda precisamos comer muito, mas muito arroz com feijão para sequer chegar aos pés da civilidade e cidadania que o povo americano tem. Alma e Teacher ficaram mais uma semana. E como lembrança, deixei as unhas dos dedões dos pés em NY. Andei tanto que o tênis machucou as unhas e agora elas vão cair. “I left my toes in New York”….

E foi com muita pena e alguma vontade de voltar pra casa que nós duas fomos para o aeroporto. Bem, aí então começa a nossa saga. É só ir ao post abaixo….