jump to navigation

Sobre impostos, racismo e um conselho de minha avó (comentário à entrevista de Fernanda Lima) 02/12/2013

Posted by leilakalomi in Uncategorized.
add a comment

Perfeito. Merece ser lido.

Recordar, Repetir e Elaborar

Como a essa altura todo mundo já sabe, a FIFA escolheu a apresentadora branca Fernanda Lima para ser mestre de cerimônias de um evento, no lugar da atriz negra Camila Pitanga. Essa escolha, que gerou acusações de racismo à entidade, foi tema de uma entrevista dada por Fernanda hoje.

Nela, a apresentadora disse não ter nada a ver com isso e procurou distanciar-se da polêmica sobre racismo dizendo coisas como “só porque eu sou branquinha?” e “pago meus impostos”.

Esta não é uma discussão sobre impostos nem muito menos sobre a situação fiscal de Fernanda Lima: é uma discussão sobre racismo.

Mas, já que ela tocou no assunto “impostos”, eu gostaria de fazer um breve desvio de rota antes de passar ao que realmente interessa.

Não sei como é em outros países, mas para mim está claro que nós brasileiros temos muito o que aprender sobre impostos, o que eles…

Ver o post original 1.311 mais palavras

Anúncios

Feliz Chanukah! 27/11/2013

Posted by leilakalomi in Miscelânea.
Tags: ,
add a comment

Lit menorah, Israel

INFERNO 26/11/2013

Posted by leilakalomi in Livros.
Tags: , , ,
add a comment

inferno livro

Robert Langdon está de volta!

Depois de uma história fraquinha, fraquinha em “O Símbolo Perdido”, pensei que o Robert Langdon de Dan Brown tinha dado o que tinha que dar. Afinal, nenhum escritor é obrigado a criar uma obra prima a cada novo livro. Pois não é que Inferno, Dan Brown, tradução de Fabiano Moraes/Fernanda Abreu, Ed. Arqueiro, 2013 é o retorno em grande estilo das aventuras do nosso simbologista favorito?

Suspeito que Dan Brown, na pessoa do professor Langdon, tenha uma quedinha toda  especial pela Europa, pois as melhores aventuras se passam no Velho Continente. E a trama, muito bem urdida, nos deixa sem fôlego da primeira à última página e ainda nos faz pensar sobre o futuro da humanidade nessa época de escassez de recursos naturais e explosão demográfica.

De quebra, como de costume, Brown nos brinda com um passeio pela história de Dante Alighieri e pela Florença do início do Renascimento. Como sou tarada por história, é um prato cheio para esta humilde blogueira.

Recomendo tanto para quem gosta de aventura, como para quem quer ler algo além.

P.S. Espero que o filme não demore. Afinal, Tom Hanks já não está mais no auge da juventude para correr feito um doido pra lá e pra cá pela Europa.

Dia do Orgulho Nerd 25/05/2013

Posted by leilakalomi in Jornada nas Estrelas, Star Trek.
Tags: , , , ,
add a comment

Hoje é Dia do Orgulho Nerd…

nerd

e também dia da pré-estreia de Jornada nas Estrelas Além da Escuridão! Um viva a todos os amantes da cultura nerd e muita toalha também!!!

 

Alem-da-Escuridao-Star-Trek-poster-nacional-03-615x912

Yanni – Felitsa 16/05/2013

Posted by leilakalomi in música.
Tags: , ,
add a comment

Felitsa deve ter sido uma mãe maravilhosa para merecer uma música tão bonita quanto esta. Gravado em dezembro de 2011 em El Morro, Porto Rico.

 

O golfinho confiante 10/04/2013

Posted by leilakalomi in Uncategorized.
add a comment

cora rónai | internETC.

Um grupo de mergulhadores que filmava arraias à noite foi surpreendido por um golfinho que procurava ajuda: ele estava com um anzol preso na barbatana.

Ver o post original

Mais Um “Tesouro” 06/04/2013

Posted by leilakalomi in Séries.
Tags: , ,
1 comment so far

Já tinha visto algumas cenas da série há algum tempo no canal francês da NET, mas não prestei lá muita atenção. E me lembrei da série quando vi anunciado no Canal + Globosat (ô nomezinho ruim, sô!)  e resolvi dar uma conferida. A série chama-se “Nicolas Le Floch” e é sobre o próprio Nicolas que, além de marquês, é um policial na Paris do século XVIII. Tem muita ação, muita intriga palaciana e um ator principal que achei uma belezura. A série é boazinha, dá pra entreter e aprender um pouco de francês, além de ter esse colírio para os olhos. Homônima tem uma certa prevenção contra os conterrâneos de Asterix, Obelix e companhia, mas eu não tenho nada contra. Pardon, Homonimá.

O ator se chama Jérôme Robart, tem 42 anos e um bom currículo no cinema e na TV francesas. Vida longa e próspera pra ele e seu Nicolas Le Floch.

nicholaslefloch

A Imagem (Artur Xexéu) 03/04/2013

Posted by leilakalomi in Miscelânea.
Tags: ,
add a comment
Excelente artigo publicado hoje no jornal “O Globo”  pelo ótimo Artur Xexéu. Assino embaixo de cada uma das palavras abaixo.
Artur Xexeo
Enviado por Artur Xexéo

3.4.2013

|

7h00m

COLUNA DO SEGUNDO CADERNO (3/4/2013)

A imagem

O Rio se olha no espelho e não gosta do que vê. Ali, no meio da testa, entre os olhos, estão as rugas de um estádio de futebol novinho, orgulho das autoridades
que o chamam de “legado do Pan”, que precisa ser interditado por falta de segurança. Uma aplicação de Botox disfarça. Agora, é o pneuzinho na barriga formado pelo BRT, única novidade no transporte público nos últimos anos, vendido como solução para o futuro, que provoca uma morte atrás da outra na Avenida das Américas. Uma lipoaspiração dá um jeito. E as marcas de expressão que surgiram em torno dos lábios, consequência da fragilidade do Elevado do Joá que parece estar se desmontando? Um preenchimento labial resolve por enquanto. Pronto, o Rio já pode sair de casa sem provocar comentários maldosos dos vizinhos.
Mas, de repente, a cidade sofre um baque que não há cirurgia plástica que resolva. Um casal de turistas é atacado — ele é agredido, ela é estuprada — pelo motorista e por dois amigos seus numa van que os transportaria de Copacabana para a Lapa, percurso corriqueiro de turistas no Rio. E agora? O que os vizinhos vão dizer? A imagem da cidade está manchada, justo no momento em que ela se apronta para receber grandes eventos.
O Rio é vaidoso, todo mundo sabe. Mesmo assim, é difícil compreender porque, numa situação como esta, preocupa-se tanto com sua imagem. Alguém imagina que a Jornada Mundial da Juventude, a Copa do Mundo, os Jogos Olímpicos serão suspensos porque uma turista foi estuprada no que supostamente era um transporte público carioca? É claro que não. Mas e os turistas? Será que eles não vão evitar vir ao Rio por causa disso? Tomara que sim. Se for para serem estuprados em meio ao caótico transporte público da cidade, é melhor que não venham mesmo.
Imagens não fazem uma cidade. O Rio insiste em não acreditar nisso. Basta que um episódio de “Os Simpsons” brinque com algumas de suas mazelas para o programa de TV se transformar num incidente diplomático. Há oito anos, o seriado americano “Dexter” destrói a imagem de Miami. Se alguém levar a série a sério, vai acreditar que Miami possui a maior concentração de serial killers por metro quadrado de todo o planeta. Mesmo assim. a turistada, principalmente a brasileira, continua invadindo a cidade.
O caso da van que abalou a população no último fim de semana é exemplar. Três tarados pegaram emprestado uma vã ilegal e circularam pela cidade em busca de uma vítima. No meio do caminho, antes de encontrarem seu alvo, pegaram outros passageiros. Quando, enfim, o casal de turistas embarcou, despejaram os passageiros extras e atacaram a dupla de turistas.
Algumas perguntas: como é que uma van ilegal circula impunemente pela cidade? Pelo que se soube depois, não foi a primeira vez. Por que os passageiros que foram obrigados a desembarcar não procuraram a polícia para contar o que estava acontecendo? Por que a polícia não fez nada quando recebeu a queixa de um caso anterior semelhante?

As vans são poderosas no Rio. Não há governador neste estado que consiga administrar em paz sem fazer um tipo de acordo qualquer com seus proprietários. Ela é o exemplo mais evidente da falência de nosso transporte público. Vans ilegais circulam com a mesma desenvoltura das vans que o governo legalizou. É impossível botar um policial dentro de cada van para impedir crimes no interior do veículo. O Rio resolveu impedir a circulação de motoristas embriagados e criou a blitz da Lei Seca. Está dando certo, não está? Será que é muito difícil criar blitz para as vans? Não precisa ser uma ação que se espalhe pela cidade. Mas, se houver blitz-surpresa em ruas de circulação de turistas, já não seria um adianto? Afinal, as vítimas do fim de semana passado não embarcaram num ponto obscuro da cidade, mas na Avenida Atlântica, em Copacabana. Não deveria ser fácil circular como uma van ilegal numa das ruas mais movimentadas do Rio.
Não é um exercício de imaginação supor que os passageiros que estavam na mesma van dos turistas não procuraram uma delegacia porque “a polícia não vai fazer nada mesmo”. Eles já deveriam estar aborrecidos por ter seu percurso interrompido. Ainda iriam se preocupar em passar a noite numa delegacia, driblando a burocracia e o desinteresse de policiais para fazer uma denúncia? Taí uma imagem com que o Rio deveria se preocupar: a imagem da polícia.
Talvez essa imagem precise mesmo ser mais bem divulgada. Se há algum ponto positivo nesse caso é a rapidez com que a polícia prendeu os três suspeitos. Menos de 48 horas depois do crime já estavam todos detidos (resta saber por quanto tempo). Mas tudo tem seu contrapeso. Ao mesmo tempo em que os três tarados foram identificados, outra vítima do grupo os reconheceu. E a população ficou sabendo que ela já tinha dado queixa numa Delegacia de Mulheres. Se a polícia tivesse agido naquela ocasião com a mesma desenvoltura com que agiu agora, o crime contra os turistas não teria acontecido. Como se vê, não é por acaso que a imagem da polícia do Rio está desgastada.
A imagem do Rio e a possibilidade de turistas estrangeiros se sentirem desestimulados a nos conhecer é o menor problema dessa história toda. Quando a cidade se olhar no espelho e vir o que ela realmente é por debaixo das muitas camadas de maquiagem e aplicações de Botox, talvez o Rio descubra como se tornar uma cidade maravilhosa de verdade.

Shadows On The Sun 20/03/2013

Posted by leilakalomi in Jornada nas Estrelas, Livros, Star Trek.
Tags: , , , , ,
add a comment

 

Shadows_of_the_Sun

Final de ano é aquela coisa: começo a limpar armários e foi numa dessas limpezas que descobri o livro “Shadows On The Sun”, de Michael Jan Friedman, Ed. Pocket Books, 1993, NY perdido numa prateleira e me lembrei que ainda não tinha lido apesar de ter o livro há anos. Às vezes é uma grata surpresa descobrir livros intocados perdidos em recônditos dos armários. Claro que resolvi ler sem demora.

O autor, Michael Jan Friedman já escreveu vários livros sobre o universo de Star Trek, logo, está familiarizado com o tema.  E o tema me interessou, pois conta muito do passado do nosso médico favorito, Dr. Leonard McCoy. Confesso que fiquei curiosa para ver até onde iria a imaginação do Sr. Friedman. Afinal, o passado de Magro sempre foi um tanto obscuro. 

Pois terminei de ler o livro desapontada. O que poderia ser um ótimo exercício de imaginação revelou-se de um clichê do começo ao fim. Não que seja ruim, claro que não. O Sr. Friedman é bom escritor e sabe do que está falando, mas terminei de ler com aquela sensação de que poderia ter sido melhor.

O enredo é o de sempre: ciúmes, traição, briga pela mulher amada, sacrifícios pessoais… Ufa! Até cansa de tanto clichê!

Achei uma pena o desperdício de uma oportunidade única para criar um novo ângulo da história do Dr. McCoy, mas acho que o autor resolveu não arriscar e criou uma história que poderia se passar em qualquer lugar, em qualquer época, em qualquer universo.  Pena. Dá para ler, desde que não se tenha nenhuma expectativa.

 

Ecologia e Espiritismo 16/02/2013

Posted by leilakalomi in Miscelânea.
Tags: , , ,
add a comment

Palestra de André Trigueiro proferida em Recife em 2010. Muito boa.