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Séries Canceladas 03/08/2011

Posted by leilakalomi in Séries.
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Com o final das temporadas, chegam notícias sobre as séries que sobreviveram e as que soçobraram ao sabor da audiência americana. Algumas eu concordo plenamente por serem defenestradas, outras, eu lamento profundamente.

* Camelot eu comecei a ver cheia de esperança. Afinal, é uma das minhas histórias preferidas e também tem Joseph Fiennes, o que é um plus a mais, mas que decepção. A série é ruim demais. O rei Arthur (Jamie Campbell Bower) é um boboca de marca maior, Guinevere (Tamsin Egerton) tem a força expressiva de uma porta. Eva Green como Morgana parece estar num teatrinho infantil, só que com muito sexo. James Purefoy repetiu o estilo Marco Antônio de Roma: muito sexo e palavrão. Nem o querido irmão do Ralph escapa de um enredo confuso e completamente fora da história original. Estou seriamente inclinada a jogar a toalha na metade da temporada, principalmente depois que transformaram a espada Excalibur numa adolescente. Ah, tenha paciência! Vai tarde.

Caprica eu gostei muito e lamentei ter sido cancelada, mas concordo que era uma série difícil, com um enredo muito acima do nível das produções medianas que andam por aí. Gostaria sinceramente que voltassem a produzí-la. O mesmo eu digo de Stargate: Universe. Infelizmente, não sobreviveu a um enredo sombrio, onde a fronteira entre o mocinho e o bandido nunca estava lá muito bem definida. E Robert Carlile deu um show como o ambíguo Dr. Rush. Espero que, em três anos, quando a tripulação da Destiny acordar do sono criogênico, a MGM volte a produzir, pelo menos um filme para TV. Sonhar não custa nada, não?

* Crash foi outra que era boa, mas não sei se sobreviveria  a uma terceira temporada. Dennis Hopper não sobreviveu. Sem ele, acho que a série perderia muito da sua alma. Melhor terminar assim.

* Detrot 1-8-7  foi uma tremenda sacanagem ser cancelada. Desde Nova York Contra o Crime (NYPDBlue) que não via uma série policial tão boa. E olha que vejo – quase – tudo. Se tivesse mais uma ou duas temporadas, talvez fosse a substituta a altura de Andy Sipowitz e Cia. Só um adendo: não gostaria de estar num mesmo recinto com o Michael Imperioli. Se, com aquele nasal, ele puxasse o ar, garanto que não ficaria nenhuma moleculazinha de ar para os outros.  A surpresa foi a participação do filho do Michael nos dois últimos espisódios fazendo o papel do…, filho do personagem do Imperioli. E era óbvio que o moleque é filho dele. Tem a mesma cara e o mesmo nasal. Os dois num recinto seria um verdadeiro perigo….

* The Event começou ruinzinho de dar dó. Eu ficava me perguntando porque diabos eu via, mas depois do intervalo, não é que a série voltou melhor? Ficou bem amarrada e muito interessante, com a ênfase em Sofia e seus objetivos. Só destoava o casal principal. Jason Ritter não é dos piores, mas Sarah Roemer (Leila) é outra que tem a força expressiva de uma porta. Muito, mas muito ruim.  Pena que acabou sem um fim.

* The Good Guys eu lamentei profundamente. Quando começou a ser exibida por aqui eu já sabia que tinha sido cancelada, mas como amo de paixão o Bradley Whitford e também gosto do Colin Hanks (que acho que sofre por ser filho de quem é), comecei a ver e me diverti pra valer! O personagem de Whitford, um policial das antigas a absolutamente sem noção era muito, mas muito engraçado. Era legal também ver as histórias sendo contadas de trás pra frente. Pô, FX, vocês pisaram na bola em cancelar The Good Guys!

* In Treatment eu concordo que, nos moldes em que era feito, já tinha dado o que tinha que dar. Mas mesmo assim, gostaria que, de alguma maneira, o querido Dr. Paul (Gabriel Byrne) voltasse à analisar tipos bizarros. Lamento.

* Law & Order: Los Angeles simplesmente não deu certo. Comecei a ver pelo Alfred Molina, de quem gosto muito (eu gosto de muita gente), mas as histórias eram muito fraquinhas, até que deram uma mexida, mataram o Skeet Ulrich e transformaram o promotor Molina num policial. Danou-se. Só vi um episódio de que tenha realmente gostado. Se eu fosse o ator Terrence Howard eu faria umas aulinhas com uma fonoaudióloga pra ver se melhoraria a minha voz. Nunca vi um afro-americano ter voz de taquara rachada. Nossa….

* Lie To Me também foi meio fogo de palha. As primeiras temporadas foram muito boas, mas admito que a terceira foi fraquinha, fraquinha. Nem Tim Roth salvou. Foi e não deixou saudades.

* Life Unexpected é outra que já vai tarde. A personagem Cate (Shiri Appleby) pode entrar para a história das séries de TV como a mais chata de todos os tempos! De resto, os enredos são também muito fraquinhos. E aquela eterna briga entre Cate/Base/Ryan simplesmente encheu. Já vai tarde.

* Medium acabou com dignidade. Foi um último episódio até bem emocionante. Gostei.

* Faço minhas as palavras da Fernando Furquin do blog Temporadas: estou de luto pela morte prematura de Men Of  A Certain Age. Profundamente consternada. Merecia mais temporadas. Ray Romano surpreendeu num papel dramático e, claro, Scott Bakula deu um show como um quase cinquentão que não quer crescer. Choro profundamente pela insensibilidade da TNT que cancelou uma das melhores séries dos últimos tempos.

* No Ordinary Family eu desisti mesmo antes do meio. Muito, mas muito fraquinha. Já foi tarde. Michael Chiklis merecia coisa melhor do que essa bomba.

* S#!t My Father Says foi para o espaço por ser muito, mas muito fraquinha. Nem William Shatner fazendo o papel do pai sem noção salvou. Se tivesse tido uns roteiros melhores, quem sabe ainda estaríamos vendo o Gordinho Serelepe fazendo das suas.

* V se perdeu pelo meio do caminho, mas ainda assim era interessante. Se tivesse mais tempo, quem sabe….

* Por último, lamentei profundamente United States Of Tara ter sido cancelada. Era muito legal, com Toni Collette dando um show a cada episódio. Porém, (tem sempre um porém), admito que não tinha muito mais o que fazer com ela. Inventar novas personalidades? Já estava ficando cansativa. Melhor assim, terminar antes que ficasse insuportável. 

Bem, é só das canceladas. Depois falo das que ainda não foram, mas o futuro a Deus pertence.

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Sobre Algumas Séries VII 20/01/2011

Posted by leilakalomi in dublagem, Séries, Tradução.
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Sei que estou meio atrasada, mas aqui vão alguns comentários sobre as séries que ando vendo:

Depois de ser enrolada pela NET por quatro meses, finalmente consegui que instalassem o HD aqui em casa e fiz algumas descobertas: primeiro, é uma puta imagem. Segundo, a programação dos canais em HD deixa MUITO a desejar. A começar pelo tal do canal Globosat HD, que é um apanhado de todos os canais Globosat. Eles passam jogos de futebol que já estão carecas e grisalhos de tão velhos. Tá certo que jogo de futebol naquela imagem é maravilhoso, mas nem o maior torcedor aguenta ver jogos de seis meses atrás. Também passa os tais programinhos cretinos do GNT, tipo Superbonita. Arre! Um porre. Mas tudo tem o seu lado bom e acredito que os tais programadores do canal quiseram cobrir um buraco na grade e acertaram em cheio. Estão passando um monte de séries e mini-séries que normalmente não entrariam na grade de qualquer emissora. Tem série francesa, inglesa e canadense. Estou vendo algumas e estou adorando.

* Começo com Republic Of Doyle, série canadense que não sei definir bem. Acho que o melhor seria uma “dramédia” em que pai e filho são os Doyle, investigadores particulares numa cidade portuária do Canadá. Até aí, nada de mais. Acontece que o filho Jake (Allan Hawco), recém-divorciado, volta para casa do papai Malachy (Sean McGinley), que está de cacho com a ex-mulher de um detento. As histórias acontecem em torno do núcleo familiar e das trapalhadas de Jake em lidar com a ex e com uma policial. É uma série que, pena, deveria ser vista por mais gente, pois é muito legal. Felizmente, já tem garantida uma segunda temporada.

* Também estou vendo algumas mini-séries inglesas:

    Desperate Romantics é uma mini-série sobre um período da História da Arte de que gosto muito: os Pré-Raphaelitas, movimento artístico que aconteceu na Inglaterra em meados do século XIX. É muito bem-humorada e os atores, muito bons, com excelente reconstituição da época, aliás, como tudo que a BBC faz.

    Father & Son foi outra mini-série que gostei muito, sobre um ex-ganster de Manchester obrigado a voltar ao crime para salvar o filho que caiu numa armadilha.

     Por fim, Above Suspition é sobre uma detetive recém-formada (Kelly Reilly, a noiva de Watson (Jude Law) em Sherlock Homes), numa delegacia comandada por Ciarán Hinds, o César da série Roma. Muito boa também. Aliás, prefiro muito mais as séries inglesas do que as americanas. Pena que sejam tão pouco exibidas por aqui.

Falando em séries inglesas, já tinha lido há algum tempo sobre a série Wallander no blog Nova Temporada e achei muito interessante. Um belo dia, estava eu passeando numa livraria que também vende DVDs e CDs não muito longe da minha casa, quando me deparei com o box da série. Eu olhei pra ela, ela olhou pra mim, mas resisti bravamente de comprá-la, pois era um final de mês e eu estava mais dura que um côco. Pois bem, uns dois meses depois, fui agraciada com o box e vi que todos os eleogios à série são verdadeiros. Baseada numa série de livros policiais do escritor sueco Henning Mankell, tem Kenneth Branagh no papel do detetive Wallander.  Branagh criou um detetive na meia idade, diabético, amargurado e humano. O box da primeira temporada vem com entrevistas com o criador de Wallander, as locações na Suécia, entrevista com Branagh, enfim, uma maravilha. Que velha logo o box com a segunda temporada!!!!

* Na HBO, estou vendo no momento a segunda temporada de Crash, que ainda não descobri se gosto ou não, e The Big C. Laura Linney está dando um show como uma dona-de-casa comum que descobre ter câncer. Recomendo. Outra série que gostei muito foi Boardwalk Empire. Com fotografia e efeitos especiais (cacilda, me dava um arrepio ver aquele cara sem o olho), a história foi muito bem contada. Também, com Martin Scorcese na produção e Steve Buscemi como ator principal, não precisa dizer mais nada. Aliás, Buscemi ganhou o Globo de Ouro de melhor ator pelo papel de Nucky Thompson.

* Call Me Fritz eu comecei a ver de teimosa, pois achei que não ia dar liga, mas não é que a série engrenou e foi muito boa? Só um adendo: não é série para puristas. É altamente incorreta e PQP, como falam palavrão! Aliás, meus aplausos para o estúdio que legendou (alô, alô Sony e Warner, agora é lei!!!! Tem que colocar o nome do estúdio e do tradutor!!!! É lei e lei é pra ser cumprida!!!), pois colocou se não todos, pelo menos a maioria dos palavrões e expressões chulas que os personagens falam. Seria o fim da picada ler um monte de “malditos” e “desgraçados” quando se ouve as maiores barbaridades. Meus parabéns!

* Às vezes, ser cancelada faz bem para uma série. Como a produção já sabia que Dollhouse só teria a segunda e última temporada, eles capricharam nas histórias para dar um fecho decente à série. Que me desculpem o Alma Gêmea e o Teacher, mas continuo achando que a atriz principal (Eliza Dushku) tem a força expressiva de uma porta. Tirando ela, a temporada final foi muito boa. Taí uma série que terminou com dignidade.

* Tem algumas séries cujos personagens principais são chatinhos até dizer chega. Foi o que aconteceu com a primeira e única temporada de Mercy. O casal central (Taylor Schilling e James Tupper) eram chatos até dizer chega, mas os personagens secundários eram ótimos, com especial destaque para a enfermeira Chloe (Michelle Tractenberg) e o Dr. Dan Harris (James Le Gros). Infelizmente, o final ficou no ar. Mais um. Outro casal chatinho é o do The Event (Jason Ritter e Sarah Roemer). Tirando eles, a história dos alienígenas é muito interessante. Fico no aguardo dos dois últimos episódios da temporada. 

* Sei lá eu porque resolvi assistir o primeiro episódio de The Glades, só pra ver como era. É mais uma série policial que se passa na Flórida, mas o que me fez continuar a ver foi que, já no primeiro episódio, o detetive Longworth (Matt Passmore) dá um tiro num aligátor que tinha comido parte de um  cadáver para fazer uma autópsia. Adorei!!!! Adendo aos tradutores: aligátor é uma espécie de jacaré, portanto, não se traduz aligátor por jacaré. O plural de aligátor é aligátores. Leila Kalomi também é cultura.

* Das séries do SyFy, estou vendo Stargate Universe, claro, Caprica, Sanctuary, Eureka e Haven. Sanctuary eu comecei a ver por causa da Amanda Tapping, mas achei a série bobinha demais. Só vejo quando estou sem nada pra ver, o que, convenhamos, é raro ou quando estou de muito bom humor. No geral, achei muito ruim. SGU, ao contrário, é ótima. É uma pena que tenha sido cancelada. Há rumores de que estão tentando mais uma temporada para dar um fim à história. Tomara. Caprica já partiu desta para melhor, mas é muito boa. Pena. Eureka e bobinha e bonitinha. Gosto, fazê o quê? E Heaven, que  tem um enredo muito interessante. Stephen King é Stephen King. Ninguém cria uma história com elementos sobrenaturais como ele.

Por enquanto é só. Depois tem mais.

Sobre Algumas Séries VI 01/08/2010

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Andei meio sumida. Embora a entre-safra de séries tenha começado, ainda estou meio enrolada com elas, mas já fechei quase todas. Aqui vão elas:

* Bones acabou de modo interessante. Mas como sou uma anta, li um spoiler e já sei que a sexta temporada começa, dããã, um ano após o final da quinta. Que coisa. Gostei desta temporada. Só gostaria que o Zach voltasse. Daria bons roteiros.

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* Californication é muito interessante. Embora não ache David Duchovny lá um grande ator, adoro a incrível capacidade que Hank Moody tem de fazer merda em tão pouco tempo. E o episódio só tem meia hora. Imagine se tivesse uma hora…. Charlie Runkle, interpretado maravilhosamente por Evan Handler, também não fica atrás no quesito fazer merda. Não perco por nada!

* Crash já acabou e continuo sem saber se gosto da série. Acho que só vou descobrir na segunda temporada. Mas gostei do último episódio. Já é alguma coisa.

* CSI e CSI: NY eu vejo de teimosa e pra ver até onde vai a loucura dos roteiristas. Continuo dizendo que eles ou fumam ou bebem ou cheiram demais. Muito doidos….

* Criminal Minds terminou com um cliffhanger de acabar com as unhas de qualquer um. É pra ficar roendo as ditas até a próxima temporada. Aliás, esta temporada foi a mais soturna de todas. Já começou matando a mulher do Hotch e foi uma desgraça atrás da outra até o final. Ótimos roteiros e interpretações ótimas (especialmente de Thomas Gibson) fizeram desta uma das minhas séries favoritas.

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* Outra que acabou com um cliffhanger de lascar foi NCIS. Cacete, essa série é que nem vinho, quanto mais o tempo passa, melhor fica. Aliás, como o Mark Harmon. A gente viu o cabelo dele ficar grisalho durante os sete anos da série. Mas sou meio suspeita pra falar…

* Já sabia há tempos que Flash Forward tinha partido desta pra melhor, mas até que ela ficou muito interessante no final. O último episódio, o dia que todos viram no futuro, foi muito legal. Pena que tenha deixado um monte de questões em aberto. Afinal o agente Benford morreu ou não na explosão? Pena que ficará no âmbito das conjecturas.

* Ainda não consegui ver o último episódio de The Good Wife, mas ele tá lá no meu DVD gravadinho, só me esperando.

* House foi uma decepção. Essa da Cuddy assumir que gosta dele foi um horror. Na próxima temporada teremos um House família, cuidando da filha da Cuddy. Na minha opinião, a série desceu ladeira abaixo. Decepção total.

* Até que tá dando pra ver Law And Order: Criminal Intent sem o Goren e a Eames. Jeff Goldblum e Saffron Burrows dão o recado direitinho. O chato é que eu, toda vez que vejo a Saffron, me lembro que o Alan Shore (James Spader) tinha o maior tesão pelos três metros de pescoço da atriz em Boston Legal (Justiça Sem Limites).

* Life Unexpected acabou também com um bom cliffhanger. O Baze vai ou não vai se declarar à Cate no dia do casamento dela? Resposta na próxima temporada. Aliás, a Cate é uma chata de galocha. Não sei como tem dois machos atrás dela. Se fosse eu, já tinha dado um pé na bunda dela. Get a life!

* Estou vendo The Middle só pra ver se ela me cativa. Família disfuncional por família disfuncional, sou mais a de Modern Family. Até agora, nada.

* Parenthood não fede nem cheira. É uma típica série-família. Só acho difícil a Lauren Grahan deixar seu lado Lorelei Gilmore. Por enquanto, tá difícil.

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* Star Gate: Universe é disparada e melhor série de ficção científica do momento. Estou aguardando ansiosamente a segunda temporada.

* Depois de vampiros, transmorfos e ménade, temos lobisomens nesta temporada de True Blood. Na próxima, teremos Saci, Mula Sem Cabeça e a Cuca. Dá-me paciência! Mas, a temporada está muito boa. Pra falar a verdade, se eu fosse a Sooky, mandaria o Bill catar coquinho e cairia nos braços do Eric, sem nem pestanejar. E o Jason continua um sem-noção de primeira. Ótimo. O que eu gosto também é a abertura. Gente, o que é aquela música-tema? E que visual! Só a abertura já vale pela série inteira.

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* Men Of A Centain Age começou por aqui e eu já terminei de ver graças ao Sr. Torrent. Adorei a primeira temporada. Espero que seja a primeira de muitas outras. Estou torcendo por ela.

* Finalmente consegui terminar de assistir  Sons Of Anarchy. Cacete, que cliffhanger! Só quero saber como a Gemma vai limpar a barra dela e como vão resgatar o filho do Jax. PQP! Que série!

* Graças ao SR. Torrent, já que não tenho NET digital para ver no Telecine HD, comecei a ver Spartacus: Blood And Sand. A primeira impressão é de um pastiche do filme 300: muita câmera lenta, muito sangue jorrando, muita mulher pelada, muito sexo. Mas a história não me pareceu ruim. Vou aguardar pra ver melhor.

* Também, finalmente, consegui terminar de ver Pushing Dasies e Firefly. O visual do PD é muito legal, com muitas cores e muito humor e as histórias eram muito bem boladas. Pena que ficaram algumas pontas soltas, como o pai do Ned, que só apareceu uma vez. Pena. Já Firefly era a típica série de cowboy no espaço, o que mereceu uma tirada bacaninha e engraçada de Castle, já que Nathan Fillion é ator de ambas. Gostei, embora não tenha amado. Pena que só teve uma temporada.

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* Estou vendo atrasada a quinta temporada de The Closer e continuo gostando muito da série. Só não gostei de terem matado a gata da Brenda Leigh Johnson. Mas a vida de casada dela e os casos continuam muito bons, com um humor negro muito legal. Essa eu vou terminar rapidinho de ver.

É só por hoje. Depois tem mais.

Sobre Algumas Séries V 16/06/2010

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Depois de um esforço hercúleo  e concentrado, consegui botar em dia as séries que assisto. Pelo menos por enquanto terei tempo de por em dia as séries do Senhor Torrent que estão pra lá de atrasadas.

Muitas séries já terminaram (por aqui) outras partiram desta para melhor. Aqui vai a minha opinião sobre os últimos episódios:

* Gostei do final do Big Bang Theory. Acho que uma namorada nerd pro Sheldon pode dar bons roteiros. Só gostaria que a Penny e o Leonard voltassem a namorar.

* Two And A Half Man já deu o que tinha que dar. Se Charlie Sheen tivesse simancol, ele desistiria da série e partiria pra outra. Só assisti essa temporada porque fazia par com o BBT. O melhor foi o pai da Chelsea saindo do armário. E só.

* Cold Case foi outra série que também já tinha dado o que tinha que dar. O final foi correto, sem grandes problemas. Não sentirei saudades, mas também não detestei. Neutro.

* Fringe deixou um cliffhanger muito interessante, embora tenha matado a charada na metade do episódio. Saquei logo que a Olivia era a outra. Vamos ver o que o Sr. Abrams vai fazer com a série. Ficarei na expectativa.

* Ghost Whisperer foi pra luz. E deixou sem resposta o embate entre os dark e os shinnings. Mas concordo que a série tava bem fraquinha. Fazê o quê, né?

* Heroes foi um caso clássico de série que se perdeu pelo meio do caminho. As duas primeiras temporadas foram muito boas, mas sei lá eu porque, a série ficou estranha. Não deixará saudades. Mas tenho que admitir que foi Heroes quem nos apresentou o Zachary Quinto, vulgo Spoquinho. Sem a série, provavelmente ele jamais teria ficado conhecido e ficaria apenas fazendo vídeos experimentais com o irmão pirado. Só por isso valeu a pena.

* Human Target eu comecei a ver sem compromisso. E é assim mesmo que é pra ser vista. Legalzinha e deixou um cliffhanger bem interessante. Continuarei a assistir.

* Kyle XY eu já falei anteriormente. Que porcaria de final. Uma bosta. É só o que tenho a dizer.

* Lost valeu pelo conjunto da obra, não pelo final frustante. Vai deixar saudades.

* O últmo episódio de Mad Men valeu pela temporada inteira!!!!!!!!! Vou ficar com síndrome de abstinência até o ano que vem. PQP! Aliás, a mulher o Don (Betty) é uma besta de trocar aquele deus grego por um cara qualquer. O quê? Trocar o Jon Hamm por um ordinary guy? Betts, cê só pode tá de porre, minha filha!

* Outra série que vejo sem compromisso é o The Mentalist. Sem maiores consequências. Mas o final foi muito legal. Tanto eu quanto Insulana achamos que a Kristina é mancomunada com o Red John. Só a próxima temporada dirá.

* Numb3rs já tava cantando pra subir desde o início da temporada e foi por isso que ela acabou com dignidade. Ponto para os roteiristas que deram um final decente para cada personagem. Dos finais, foi a que mais gostei. Vou sentir saudades do Charlie, do Don e do papai Alan.

* The Pacific foi uma mini-série que foi feita apenas pra dar ênfase aos marines que lutaram no Pacífico, como uma resposta ao Band Of Brothers. Foi fraquinha, fraquinha. Só elogio dois episódios, o sete e o nove. Fora isso, muito fraca. Os atores eram fracos, mas a produção foi de primeira. Ponto pros senhores Spielberg e Hanks.

* Lamentei a vida curta de Rasing The Bar. Se tivesse tido mais tempo, tenho certeza de que a série ficaria muito boa. Pena.

* Comecei a ver V sem compromisso. Devo ter visto um ou dois episódios da série original lá longe, na década de 80. Mas não é que me cativou? Gostei muito. E estou torcendo pelo Joshua. Espero que não o tenham revivido pra ser torturado. Ai, meus sais…..

* Finalmente Katherine, a vampira-que-existia-mas-que-ninguém-ainda-tinha-visto, deu as caras em Vampire Diaries. Gostei muito do final. Vou aguardar ansiosamente.

* Terminei de ver ontem Modern Family. Uma série MUITO bacana. O último episódio é pra lá de engraçado. Uma série que recomendo sem medo de errar.

Outras séries que ainda não terminaram por aqui:

* Infelizmente, o Charlie e a Penélope perderam o emprego em Flash Foward. Melhor sorte na próxima.

* Insulana já tinha me falado há tempos que Breaking Bad era uma série muito boa, mas perdi o começo quando passava na Sony e desisti de ver. Agora que ela voltou na AXN, resolvi tentar e não é que a série é MUITO boa? Não é série para amadores. Tem violência pra caramba, mas também tem um humor negro de lascar. A série foi renovada para uma quarta temporada. Tomara que tenha vida longa e próspera.

* Crash já está no final da primeira temporada (teve duas ao todo) e eu ainda não decidi se gosto ou não da série. Aquele personagem do Dennis Hopper é muito over pro meu gosto. Mas as histórias dos policiais são muito boas. Ainda não decidi.

* Ainda não sei se sobreviverei a Criminal Intent sem o Goren e a Eames. Vou dar um crédito ao Jeff Goldblum.

*Tem gente que acha que Fringe é a melhor série de ficção científica no momento, mas pra mim, Stargate Universe dá de dez a zero. A temporada tá ótima e a gente nunca sabe exatamente quem é o mocinho e quem é o bandido. Estou adorando!!!!!

* Como eu sou masoquista, estou acompanhando Mercy e todo esforço tem uma recompensa. Não é que descobri um personagem muito legal? Trata-se do Dr. Dan Harris ( James LeGros) que declarou guerra à morte depois que a esposa foi assassinada. Tá valendo só por ele. Nem pela mãe bebum vivida pela Kate Mulgrew.

* Californication, The Middle, Chuck e Men Of A Certain Age em julho na Warner. OBA!!!!!!!!!

* True Blood no final do mês no HBO. OBA!!!!!!!!

* ai, ai, lá vou eu ficar cheia de séries pra ver de novo…..mas, fazê o quê? sou uma viciada. Mea Culpa, Mea Culpa.

Chega. Depois tem mais.