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Ludacris & Tom Cruise 10/01/2013

Posted by leilakalomi in cinema, música.
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Sei lá eu porque, mas acordei hoje  com essa música na cabeça. E como adoro o filme “Trovão Tropical”, resolvi rever a cena final da dança de Les Grosman, interpretado por Tom Cruise. Fui procurar no Youtube e achei essa versão um tanto estendida, mas até que ficou bem feita. “Trovão Tropical” é uma das melhores dublagens que já tive a oportunidade de assistir. Sei que foi feita na Delart e que foi uma tradutora, mas confesso que esqueci o nome dela. São dublagens como essa que dão orgulho de trabalhar no ramo.

Eis o vídeo original.

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Sobre Algumas Séries VI 28/10/2010

Posted by leilakalomi in dublagem, Séries.
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Eu sei, eu sei, andei meio sumida, mas andei meio sem tempo para pensar. E também, andei atrasada com as séries. Finalmente, consegui botar tudo em dia. Aqui vão elas:

* Adendo: Momento piegas em House: que porcaria de primeiro episódio da sétime temporada! Aquela da Cuddy beijar a cicatriz na perna do House foi quase de vomitar! Não duvido nada que no final da temporada ele esteja com a filha da Cuddy no colo e cheio de vômito de criança. Se continuar assim, House não emplaca a oitava temporada. Bleargh!!!

* “Boardwalk Empire” parece ser interessante. Pelo menos, prendeu a minha atenção por duas horas, pois a HBO passou os dois primeiros episódios em sequência. Steve Buscemi está muito bem como o corrupto Nucky Thompson. Espero que continue bom. Afinal, leva a assinatura de Martin Scorsese. Não dá pra desprezar um nome desse peso na produção.

*A segunda temporada de “Breaking Bad” acabou como começou: MARAVILHOSA!!!!! Já tinha dito que não é uma série para amadores e não é mesmo. Destaque para o sétimo episódio em que um grupo de música mexicana interpreta uma canção em homenagem ao traficante Heisenberg e pela participação especialíssima de John De Lancie, o eterno “Q” da NG, nos episódios finais. Espero que a AXN comece a passar a terceira temporada logo. Recomendo sem restrições, se tiver estômago….

* Assisti a uns quatro episódios de “The Bridge” e desisti pelo mesmo motivo que desisti do “In Plain Sight”. O personagem principal é tão fodão, mas tão fodão, que nem sei porque tem um distrito policial inteiro. Ele sozinho resolve tudo. O mesmo se aplica à personagem principal do IPS. Ela é muito fodona pro meu gosto. Sozinha dá porrada em bandido, resolve os problemas profissionais e da família, etc. Nem sei porque tem um departamento que protege testemunhas nos Esteites. Ela faz tudo sozinha…. Desisti faz tempo….

* Morri de pena do Hank Moody no último episódio de “Californication”. Apesar da incrível capacidade de fazer merda em apenas meia hora de filme, ele foi pego na única vez em que  realmente estava  inocente na história. Espero que tudo se resolva pra ele na próxima temporada.

* Ainda não decidi se gosto de “Call Me Fitz”. A história me parece interessante, tem o Jason Priestley e a Joanna Cassidy, a eterna replicante de Blade Runner. O que me incomoda é a “consciência” do Fitz: o tal do Larry (Ernie Grunwald) é o sujeito mais sem graça e sem carisma que pode existir. Ora, um sujeito tão imoral e amoral quanto o Fitz, não pode ter por consciência um sujeito apagado como aquele. Ainda vou dar mais alguma chance à série.

* Somente assisti alguns episódios de Battlestar Galactica. Não acompanhei a série direto, mas decidi assisti à prequel, “Caprica”. Gostei muito. Pena que a série esteja pela bola sete (já foi cancelada).Vamos ver no que vai dar. Adendo: Muito boa a dublagem. Dublagem decente é pra ser elogiada e dá gosto de ver. Tirando uma escorregadela, já devidamente avisada, dou os meus parabéns à AUDIOCORP, do Rio de Janeiro, que faz a dublagem.

* Castle é uma série bonitinha que acabou bonitinha, com aquela tensão e com tesão entre os personagens principais. Gosto, fazê o quê?

* Tem emissora muito estranha. A FX é uma delas. Por acaso, descobri que estavam passando “Dollhouse” aos domingos às 11 da manhã. É mole? Tinha perdido o primeiro episódio, mas decidi gravar e descolar mais tarde o primeiro ep. Pois, depois de exibir alguns, eles simplesmente tiraram do ar. Pode? Pelo que soube, parece que voltou a passar no domigo na parte da tarde. Mas agora, a segunda e última temporada, já está no meu pen drive e pretendo pôr em dia logo, logo. Isso é que é respeito com o assinante!

* Gostei da primeira temporada de “Drop Dead Diva” e resolvi ver a segunda, mas tá meio devagar, quaaaaase parando. Espero que dêem uma chacoalhada na série. Parece que sim.

* Eureka é uma série bonitinha e bobinha, mas gosto de ver e a quarta temporada começou muito bem. Oba!

* Ainda não descobri qual é a de “The Event”. Juro que, nos dois episódios que já vi, passei a primeira metade pensando seriamente em trocar de canal, mas aí acontece alguma coisa e prende a minha atenção. Vamos ver no que dá.

* “The Good Wife” acabou com um cliffhanger muito bom. Gostei da série.

* ” Haven” também parece ser uma daquelas séries que são bobinhas e bonitinhas de se ver. Nada contra, por enquanto.

* Com produção de Roberto Orci e Alex Kutzman, que já trabalharam com JJ Abrams, “Hawaii 5-0” tem uma ótima pegada de ação e aventura. Só que eu, velha caquética que sou, estou estranhando o jeitão atirar-primeiro-perguntar-depois do McGarrett ( Alex O´Loughlin), que o Jack Lord original jamais faria. Também estou estranhando o Danny Williams de Scott Cann, embora admita que ficou um personagem muito legal, como o contraponto do McGarrett. Agora, me poupem! NO WAY que aquele fiapinho de mulher (Grace Park) como Kono Kalakaua pode sair distribundo porrada daquele jeito. Deveriam ter arrumado uma mulher mais encorpadinha pra dar um mínimo de veracidade.

* Pena que o Jeff Goldblum resolveu deixar “Law & Order: Criminal Intent”. Estava até muito interessante com ele e a Safron Burrows. Por outro lado, Vincent D´Onofrio vai voltar na última temporada. OBA!

* Medium é outra série bonitinha, mas eu gosto, fazê o quê, né? Agora, se alguém encontrar um marido como aquele, me diz o endereço que eu quero conhecer. Ele é perfeito demais….

* O canal LIV é muito estranho. O programador ou fuma, ou bebe ou cheira muito. Eles fazem coisas incríveis. Primeiro, só exibiram a primiera metade de “Mercy”. Agora, meses depois, resolveram passar os episódios que faltam. E queimaram em um pouco mais de dois meses duas temporadas de “Rescue Me”, passando de segunda a sexta. Ora, como a terceira e a quarta temporadas só tiveram 13 episódios cada uma, em pouco tempo, acabou-se a novidade. Não que eu não tivesse gostado, pois deram um bom upgrade nas temporadas e adoro a série, mas convenhamos, foi de uma antice federal. Mas, programador de emissora de TV a cabo no Brasil tem razões que até a razão desconhece.

* “The Middle” só consegui ver dois episódios. Muito, mas muito ruim. Ou eu que não bato bem da bola, sei lá….

* No Ordinary Family ainda não me cativou, mas vou dar uma chance ao Michael Chiklis. Mas, se eu fosse a Julie Benz, eu teria ficado em Dexter. Não senti ainda muita firmeza na série.

* “Sanctuary” , estou vendo pela Amanda Tapping. Ainda não me convenceu.

* Outra do LIV.  Queimaram dois episódios seguidos de “The Tudors”  e a quarta e última temporada só tem dez episódios. Antas.

* “Tru Blood” foi de uma sangueira do começo ao fim. Se continuar assim, vou desistir.

* “White Collar” eu comecei a ver porque a Insulana, que consegue ver mais séries do que eu, disse que era boazinha. My God, o que é aquele ator principal (Mattew Bomer)? A série é legalzinha e a Insulana já me disse que a segunda temporada é melhor. Vou aguardar. Que colírio é esse homem!

* “Spartacus, Blood & Sand” foi outro banho de sangue. Fiquei até com medo que pingasse sangue do pen drive.  Pena que o ator (Andy Whitfield) teve que deixar a série. Vamos ver no que vai dar.

* Desisti de “Hawthrone” antes de ver. Assistia às chamadas da série vendo o Rescue Me e PQP, é clichê puro!!! É outra fodona. Não tenho mais saco e já vi tantas séries nesse vício mardito que não dá mais pra ver clichê em forma de série. Joguei a toalha. Pior é que essa merda já tem assinada até a terceira temporada.

* “The Pillars Of The Earth” foi uma mini série baseada num romance de Ken Follett. Foi muito boa, embora eu e a Homônima concordemos que o final foi muito corrido. Aliás, ela já comprou o romance, um tijolão em dois volumes. A segunda temporada, baseada na sequência do romance, já está em produção e se passa 200 anos depois da primeira história. Produção dos irmãos Ridley e Tony Scott, o que confere uma certa qualidade. Estou aguardando ansiosa.

* E o G. Callen, de “NCIS: Los Angeles” continua sem saber o que o “G” significa. Só o futuro dirá.

Chega!!!! Semana que vem começam as séries da Warner. PQP! Lá vou eu encher o HD do meu DVD de séries de novo! E haja tempo e disposição pra ver tudo isso!!!!

* FUI!!!!!!!

Aqua-Teen 24/07/2010

Posted by leilakalomi in dublagem.
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Há algum tempo passava no Cartoon Network na faixa “Adult Swin” o desenho “Aqua-Teen”. Confesso que adorava a baixaria explícita e a dublagem MARAVILHOSA da Delart. E também confesso que fiquei intrigada na época de quem dublava o Mestre Shake. Achava o cara muito, mas MUITO bom, mas não reconhecia a voz. Só muito tempo depois é que vim a descobrir que era um sujeito chamado Alexandre Moreno. Esse cara é MUITO bom! Sou fã do trabalho dele de carteirinha.

E, por acaso, descobri um episódio do Aqua-Teen no Terra. É pra se divertir. Confesso que estava com saudades. Divirtam-se.

Adeus, VTI 30/06/2010

Posted by leilakalomi in dublagem, Jornada nas Estrelas, Tradução, Uncategorized.
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Li no jornal na segunda-feira que está à venda o prédio onde funcionou o estúdio da VTI em São Cristóvão, no Rio de Janeiro e fiquei eu a matutar: noves fora todas as restrições aos relacionamentos interpessoais, a VIT Rio foi um marco importante, pelo menos para alguns de nós. Pois foi a VTI quem apostou numa tradução de qualidade das séries de Jornada nas Estrelas. Se não fosse o carinho e a dedicação de pessoas como a Homônima, Uga, Buga, companheiro de Buga, Sporro, Teacher e outros mais, teríamos uma tradução risível de uma série que nos é tão cara.

Nos áureos tempos, a VTI tinha em seu plantel dubladores de primeiríssima, como Orlando Drummond, Marcio Seixas, Isaac Bardavi, Selma Lopes, Garcia Júnior, Guilherme Briggs, Sílvia Salustiano, Ricardo Juarez e Paulo Flores, de saudosa memória. Tínhamos liberdade pra traduzir da melhor maneira, de ficar em cima dos diretores de dublagem pra não deixar que eles delirassem em cima do que traduzíamos, se tinha uma liberdade que certamente a gente não teria se Jornada fosse dublada em outro estúdio. 

Uma pena que a VTI declinasse a tal ponto que deixasse de existir. Mesmo com todos os senões que se teve durante a experiência na VTI, foi nela que muita gente boa pôs o pé na profissão e que hoje está por aí, trabalhando com tradução e com dublagem com garra e experiência, proporcionados pela vontade de fazer direito pela VTI. Apesar de tudo, valeu a pena.